Margarida Silveira Rodrigues

a palavra é

Olá eu sou psicóloga fiz a minha formação na faculdade de psicologia e ciências da educação da Universidade de Lisboa A Nessa altura comecei a perceber que me interessava muito pela parte da Psicologia nesta área cognitiva comportamental E também o Como prevenir muita coisa nessa altura estava muito obrigada só a parte das crianças depois comecei me ligar também mais a parte dos adultos mas nessa altura era muito a parte das crianças e tava com esta preocupação de O que é que podemos fazer mais para prevenir muitas das situações que vemos em consultório e as escolas começaram a despertar em mim um interesse particular a pedagogia ativa sorte de ter como orientadora na faculdade a professora Helena marujo que na altura Estava a fazer tradução do primeiro livro do skar é o primeiro livro de grande do modelo o que estava a ser transferido cá já havia umas Mas enfim mas este ia ter um grande Impacto e ela própria me começou a desafiar para esta ligação entre a pedagogia EA psicologia EA forma como as duas coisas estavam tão ligadas depois com com este fio comecei a perceber o que é que havia em Portugal fui aos Estados Unidos onde Várias escolas a funcionarem com modelos diferentes e perceber o impacto que estavam a ter nas crianças é importante a diferença é que era para as crianças esse esse essa possibilidade de no fundo terem um ensino-aprendizagem que não era só ensino era muito centrado na na aprendizagem e depois quando regressei vinha com a ideia de ir para os Estados Unidos abrir uma escola por que na altura tinham sido proposto lá nós tínhamos uma ideia já bastante e concreta o Luiz meu marido e eu que era a dizer abrimos uma escola no modelo familiar tanto pegamos numa casa que tivesse estar de casa quando chegar buscar tínhamos muito boa ideia de regressar para para os Estados Unidos mas os meus pais tinham uma casa que estava disponível e o desejo eu acho que era tanto que o que a filha não não fosse para os Estados Unidos que fizeram imenso empenho em que o projeto começasse nessa casa e e presente começamos com 13 crianças a raiz em termos de pedagogia e eu tive muito obrigado ao estado de mim e haverá forma como eram desenvolvidas várias das das pedagogias lá um dos modelos que utilizavam altura era também um The Last cop e portanto para mim fez muito sentido começar a entrar mais dentro deste D e depois sabe que precisava de mais e resolvi ir ao congresso internacional de modelar sculpey nos Estados Unidos e tentar ver até onde é que aquilo me apaixonava e me interessava a e descobrir um novo mundo que me maravilhou porque eu acho que principalmente porque eu vi as pessoas transformadas ou seja as pessoas que estavam no próprio congresso um dizer lá scalpe eram pessoas que de alguma forma eram diferentes principalmente a nível do seu desenvolvimento sócio-emocional e isso é muito comum imenso sempre me fez alguma confusão quando nós ouvimos um professor falar e a prática dele não corresponde aquilo que falava e ele apaixonam Porque todo o tempo de todo o congresso foi em aprendizagem ativa foi naquilo que eles próprios falavam e e estavam investigar E com isso eu pensei bom ok aqui e verifique o totalmente e portanto já estava implementar um modelo a Scoop em Portugal mas por mim e por aquilo que tinha aprendido também cá em Portugal com as pessoas que já desenvolveram um modelo em Portugal e propus começar um processo mais sustentável e portanto comecei de todo o meu processo nos Estados Unidos primeiro foi a minha certificação enquanto educador ai secou que vieram portanto supervisores que a Portugal fazer a certificação do meu processo e depois disso comecei a fazer o processo como a Scoop trainer é que são mais dois anos de deformação para depois poder começar a criar equipa a Scoop em Portugal Nessa altura foi muito interessante porque é um sonho que parece que vinha do início do modelo à escala internacional propuseram os que abríssemos o Oeste Cap e como a associação mais Copa Portugal e ficamos com as mais com Portugal e os países de língua portuguesa portanto no fundo esta ideia de darmos um grande apoio a que os países de língua portuguesa também dessem os primeiros passos a ideia foi sempre que se ajudasse a criar os primeiros passos para que depois houvesse os próprios institutos e é o que está neste momento acontecer estamos a criar o Instituto parece que o Brasil que em princípio iniciará em muito breve e temos estado a trabalhar com os outros países portanto Moçambique Cabo Verde seta para conseguir Angola para conseguir os próprios se vão formando um modelo e um dia quem sabe venham abrir os seus os seus próprios institutos e ficar em Portugal é o meu curso tem passado muito primeiro por criar uma escola sustentável que garantisse que outras pessoas pudessem ver e observar o que era a própria escola e perceberem o que era a implementação de um modelo a Scoop com todas as limitações num país como o nosso não é eu não acho que estamos pior do que outros países é que vários colegas meus dizem enfim as coisas de uma outra forma Acho que são perspectivas diferentes mas o que eu tenho visto no mundo e eu não acho que estejamos pior o que eu acho que estamos extremamente limitados e isso leva a que os professores desistam e o que eu acho que nós com a escola raiz a raiz International axilar em que ficou temos conseguido demonstrar é que mesmo assim é possível é possível fazer aprendizagem ativa EA possível usar aquilo que nós consideramos serem os eixos fundamentais da educação para a que este processo seja verdadeiramente um processo de construção da aprendizagem e que passe por muito mais do que aquilo que é o depositar informação dentro das das crianças não é e pronto e a partir daí ele tem vindo a ser convidada para supervisionar uma série de escolas neste momento temos mais ou menos 20 escolas em Portugal que estamos a a supervisionar e fazemos muito trabalho online também com outros educadores e professores espalhados pelo mundo a maioria de língua portuguesa porque esta é a nossa grande missão com quem fazemos formação e depois acompanhamento das suas práticas e vimos resultados maravilhosos Até porque eu acho que a grande mais-valia da pedagogia é que só é possível se acontecer mesmo quando os transformar nos próprios né E neste processo que a Unesco os tem vindo a pedir de de olharmos para a sustentabilidade do mundo eu tenho estado a trabalhar particularmente na área da sustentabilidade da educação e acho que para que este processo seja sustentável e é fundamental este Life long learning não é E aí que me Tenho vindo a o desarme a minha paixão é o desenvolvimento sócio-emocional e tenho sentido que isso transforma a vida dos próprios profissionais e a partir daí temos um clique para a transformação da educação com o convive e eu acho temos uma nova oportunidade tivemos outras dificuldades mas temos uma grande oportunidade que foi lançar os professores no mundo digital é que era uma coisa que os assustava e acho que isso não vai ter sucesso portanto eu finalmente acredito que aquela grande esperança de direi que tem mais de 100 anos de esperança seja agora que vamos conseguir concretizar juntando aprendizagem Ativa ao mundo digital e com isto darmos a volta a educação no mundo e eu tenho classificado o modelo que se vê mais por aí do modelo transmissível isto porque porque no fundo eu peço que a base onde ele transmissível ideia da criação o que vai recebendo em camadas informação que é depositada por um ser externo que é o professor e que me transmite a informação está organizada em quatro eixos não é por um lado a organização do espaço que determina logo as mesas e as cadeiras voltadas para o quadro ou voltadas para quadro interativo que aparecia que podia substituir este modelo transmissível mas só porque senão não vai lá ou ainda aquém chega por as mesas em um mas de toda a forma nesta ideia de transmissão Clara depois é um modelo que tem toda a parte de um programa curricular feito em espiral que no fundo espiral são as camadas todas elas segmentadas não é portanto a um conteúdo que é separar do osso e do outro está tudo arrumadinho em gavetas e depositam dentro da cabeça da Criança e através de um sistema de avaliação também já falido vai se tentarem buscar a formação dentro da cabeça da criança percebe ficou depositado e arrumadinho com aqueles apontamentos muito bonitos que tentam que as crianças façam e depois lá vem o professor um teste buscar informação se for buscar e a informação sair correta é mérito do professor e da criança se a informação que foi buscar sair errada mesmo que seja oitenta por cento de uma turma que tenha maus resultados A Culpa É das crianças que não depositaram bem a informação pois haveria aqui o outro acho que seria a interação e que não modelo transmissível típico é uma uma interação unilateral de com grande estigma de autoridade e com uma perspectiva muito de a um que sabe e a outro que recebe e que é Vinícius Um recipiente vazio que vai sendo construído e para mim Isto é muito daquilo que é o ensino transmissivo puro acho que temos a grande sorte de já vermos em várias experiências alternativas a estas tanto em Portugal e e conheço vários professores que por si próprios estão a tentar mudar e portanto já não é isto que se vê e tem que se dar esse mérito aos professores e a depois alguns modelos que já estão fazer diferente não é dentro desta diversidade aparece um deles copo que é claramente um modelo de aprendizagem ativa e é isso que o diferencia deste modelo transmissivo o modelo de esculpe tem 50 e 50 anos fizemos na pane aos 50 anos a desistência começou num bairro degradado de Detroit com o David wilkerson que era também pedagogo e que teve este cuidado de perceber que as crianças Daquele bairro não conseguiam Alcançar aquilo que eram os níveis necessários para entrar no no ensino nosso primeiro ciclo é que eram medidos através de do do do QI e ele começou a tentar perceber o porquê e percebeu que uma das coisas que poderia ajudar muito era aprendizagem adaptar-se às crianças e não o contrário e começou a introduzir uma série de estratégias de aprendizagem ativa e percebeu que as crianças rapidamente não só alcançaram os níveis necessário como superaram todos esses níveis é definir um modelo baseado nesta nesta área social construtiva e portanto vem com grande influência de Dilma e de Piaget e depois de fibra ótica seta com a ideia de que a criança está no centro e que é preciso criar-se um processo de ensino-aprendizagem com vários eixos tendo claramente a criança no centro da aprendizagem os resultados começaram a ser de tal forma surpreendentes que surgiu um estudo longitudinal que eu acho que é o estudo que mais colocou s-coupe no mundo é que o O que é um estudo que o que começou com dois anos de experiência destas crianças mais ficou com outro grupo de controlo e foi acompanhando o desenvolvimento destas crianças depois no seu percurso escolar e quando adultos instante o que é que o David vai ficar com este estudo foi conseguir mostrar que ainda que com poucos anos e na altura o Oeste gostava muito no pré-escolar e no 1º ciclo que com poucos anos de esculpe e estas crianças marcaram muitos pontos no mundo e principalmente em que áreas no desenvolvimento sócio-emocional portanto foram crianças que enquanto adultos se tornaram muito mais adaptadas ao mundo com uma probabilidade de nacionalidade muito menor com uma maior capacidade de alcançar em que o que é que se tinham proposto no seu nível profissional fosse fosse eu o nível acadêmica que fizeram chegar como em termos das profissões bom e depois tem sido acompanhar o a integração destas crianças agora adultos e agora até já alguns deles a voz no seu percurso social portanto tanto familiar como em termos sociais e portanto este modelo foi nos dando aquela ideia de que ainda que haja escolas e países que só consigam manter as suas crianças dois ou três anos no modelo vai se culpe os resultados são para a vida o que é que o modelo Ah desculpa em termos práticos diferencia de um modelo transmissivo a própria a forma como um espaço organizado tanto estão grande deixo e eu defendo muito a pedagogia do espaço eu acho que para muitos professores bastaria mudar se o espaço e dar-se um espaço de qualidade com determinadas características para que a forma de intervenção de muitos professores força e frente o nível de pessoas fazerem muito com 20 ou 30 crianças em Comboio viradas para eles naquelas mesas e naquelas naquelas salas e portanto todos a forma como um espaço organizado pelo The Last Hope e para proporcionar a interação aprendizagem individual e em grupo tanto com toda esta cooperação necessária e com muito material disponível e organizado de forma a que o ciclo de ir buscar usar e arrumar faça parte do dia a dia da criança Tenha ela seis meses tem a ela 12 anos ou 18 anos depois a parte de interação e é a parte que a mim mais me faxina que é a relação do adulto com a criança e do adulto com o adulto seja entre a equipa de adultos seja com os pais e com a comunidade a aqui um desenvolvimento sócio-emocional muito forte e nesta ideia de que é preciso criar um clima de apoio que não é o clima de leite é ferro onde se instaura o caos nem um clima de diretividade e portanto é preciso que o professor e o aluno façam parte de um mesmo de uma mesma equipa do mesmo grupo que se trabalhem em cooperação que se perceba que juntos vamos mais longe e que depois haja espaço para a individualidade de cada um E para um apoio muito diferenciado do professor a cada criança enquanto indivíduo diferente nesta nesta equipa e com os adultos a mesma coisa portanto o próprio modelo desenvolveu um processo de resolução de conflitos passear em seis passos que é muito fácil de implementar e que leva não só a resolução de conflitos com uma resolução de problemas e tanto entre só adultos com adultos e crianças e que é fascinante porque transformador O que é que se partirmos do princípio que assim como uma criança não sabe andar de bicicleta e precisa de uma série de bases para aprender ah e tem que estar naquele momento ótimo para ter vontade de aprender a andar de bicicleta a mesma coisa com a área desenvolvimento das competências sociais e emocionais precisamos desenvolver em escola no ambiente natural e portanto não precisamos de cadeiras de Emoções não precisamos de cadeiras de sociais de criarem mais compartimentação o que acontece um deles com o pequeno dia a dia que são introduzidas todas estas estratégias que levam desenvolvimento Global da criança a este nível e portanto nesta base o clima da própria sala de aula é um clima muito positivo quando perguntam se há um clima de interação positiva essa em dúvida onde o castigo não faz parte fazem parte a relação natural com aquilo que acontece as consequências são as consequências naturais das situações e consequências e castigos são coisas muito diferentes e onde a criança quer fazer parte da solução e não do problema porque o dia deles é um vi o vertido muito atraente e e muito promotor da sua própria autoconfiança e autoestima depois a um outro acho que hoje está avaliação E aí temos um problema imenso com o programa português mas não só português com o programa internacional o acho que ele propõe uma forma específica de avaliação e que nos permite ter muito mais informação sobre a criança do que o sistema de avaliação curricular usamos como complemento porque uma das coisas que nós temos tentado é nunca fugir daquilo que é realidade sabemos que as crianças continuam a viver neste mundo enquanto o ensino assim for a e precisamos estar preparados para estar numa escola com esta e no dia seguinte só preciso ir para uma escola e sim transmissível e estarem preparados para isso e portanto nós usamos todo o sistema de avaliação do modelo Ah esse cálculo no fundo chevalia o desenvolvimento das crianças as competências o nível Onde estão e o nível onde querem se se estabelecem objetivos e isto é feito com o registo do dia a dia delas tanto o registo em contexto sabemos que é preciso contrário também e portanto usamos o programa também do Ministério da Educação com os famosos testes e os famosos exames Mas como as crianças têm uma enorme autoestima como as crianças se sentem confiantes em que o que fazem E como tem muitos métodos de estudo porque desenvolvemos muito isto em toda a forma como elas trabalham no seu dia a dia depois os testes os exames aparecem como um ao menor é que tem que ser sujeitas e numa escola como a raiz o que nós fizemos foi a introduziu como parte daquilo que é o dia das crianças e portanto existem dias em que fazem testes no muito nervosos separamos as mesas tem toda aquela ansiedade que os pais nos perguntamos E porque é que isto é preciso não é não é preciso garantir que não é preciso mas enquanto o mundo achar que é necessário nós temos que preparar para isso eu preciso preparamos e eles fazem com um imenso e também esses testes e as exames Depois temos como outros Baixo à parte da rotina ou seja como é que é organizado o dia da criança de forma a que haja momentos mais de autônomos em que eles um fundo através de trabalhos do projeto conseguem organizar o seu próprio dia portanto o clarear o fazer e o rever uma forma muito autônoma e que acontece uma forma diferente desde os 6 meses de idade altos quatro até aos 18 anos depois a temos mais de preparados pelo adulto e que são sempre que acontecem pequeno grupo normalmente onde o adulto consegue ter Pequenos Grupos a funcionar em forma mais autônoma e outros mais ligados ao professor onde aparecem os conteúdos novos e as novas informações mas todos eles é aprendizagem ativa e depois ainda os tempos de grandes grupos são temos com música em movimento para no fundo o servo poder oxigenar e criarmos comunidade não é e Como isso acontece no 1º ciclo 2º ciclo E por aí fora é diferente do pré escolar da creche pela forma como introduzimos o currículo o que nós temos feito e que me parece ter sido fascinante é nós não gastamos muito tempo a discutir um programa curricular e me parece claramente totalmente ultrapassado o que fazemos é mostrar que ainda assim é possível fazer aprendizagem ativa e que enquanto não nos derem melhor Conseguimos dar a gerações que passam por nós e e aqui em Portugal já temos 24 anos de experiência nesta área é possível mesmo assim fazer mais e melhor e portanto criar a crianças a Scoop que são que estão Preparadas para o mundo de hoje e para o futuro independentemente de obviamente não temos as condições desejadas nem na enviais o centro do escalpe e claramente a aprendizagem ativa e tanto esta ideia de que há 50 Acontece tem cinco ingredientes e o que os professores planejam a forma como queremos qualquer desafio temos sempre em atenção de estamos ao não proporcionar um processo de aprendizagem ativa Com estes sentindo ventos nós ficamos com a certeza do caminho que estamos a fazer e portanto temos muito Seguros neste processos para mim uma das grandes vantagens do esse Golpe é que é estruturante mas não é limitante ou seja o professor tem aqui uma grande palavra a dizer tem que ir a possibilidade de ser muito criativo diz muito longe e vim produzir imensa criatividade no dia a dia das crianças não é Ou seja as crianças não são mesmo com problema como este é possível que as crianças sejam criativas que atendam arriscar que sejam crianças Preparadas para o presente e para o futuro para as novas profissões e constante que não se deixem autolimitar por este drama de um é de graça tá clareamento Se fosse eu a criar tem ideias muito Claras daquilo que que me parece já existir com com muita investigação do que poderia ser mas tenho encontrado pessoas que têm deixado desafiar e que já estão neste processo de mudança e acho que os professores têm aqui um papel fundamental acho que nós podemos culpar por que desgastam criamos uma uma um grupo de profissionais que estão extremamente Aflitos como psicóloga diria que muitos estão deprimidos que estão ansiosos que estão com uma baixa autoestima imensa acho que era possível ler a fundamental que dessa atenção aos professores e que os ajudarão no processo de mudança eu acho que querem mudar mas estão completamente perdidos por tudo aquilo que o estado de espera a além de todo o processo burocrático nos pedem agora nas O que é Outra loucura que tal que os nomes possibilita pensar em fora não é e portanto é preciso me ajudar esta má ajuda externa sabemos tudo o que é necessário para fazer só precisamos nos bem agora espaço e tempo para podermos concretizar e eu acho que a grande diferença é que o modelo transmissivo é um deles baseado na memória e é um modelo baseado nesta ideia de que nós temos um ser que não sabe nada e um um outro ser que tem super poderes e que coloca poderes neste neste ser utilizando uma inteligência que eu acho que não está muito definida portanto é um pouco ainda eu acho que a ideia de do Caí mas baseado nesta Nesta parte cultural e enfim sem grandes em grandes reflexão ou intencionalidade neste nessa área da inteligência e a parte do princípio de que temos um ser que é criança extremamente competente com imensas capacidades já desenvolvidas e que precisa de ser apoiado precisa de ser observado se perceber para onde é que a criança queres como é que quer ir e qual é a proposta pedagógica que a para fazer E aqui as várias influências surgem todas elas com o espaço para poderem surgir por quê Porque como aquilo que vai se propõe são indicadores Chaves de desenvolvimento que vão eles próprios perceber as competências que as crianças já tá em nas várias áreas e como é que podem propor Desafios que levem a integração das várias competências e isto permite que uma criança que até tem um tipo de pensamento o musical uma criança que é extremamente criativa uma criança onde é a matemática como falava tem um peso particular o Qualquer uma outra das áreas aquilo que o açúcar o que faz e potenciar qualquer uma destas áreas não pela especificidade do conteúdo que introduz Mas pelo espaço que dá para que a criança vá buscar e os seus interesses e essa sua essas suas áreas de desenvolvimento e o professor faz se especializando na capacidade de apoiar cada uma de uma forma diferente e vi ajudar a procurar o seu próprio caminho depois faz provocações muito específicas a quando não há um programa curricular como este são provocações muito específicas com a função de levar a que todas as crianças peran em locações tem um acesso a determinados conteúdos a determinadas técnicas determinadas estratégias que depois ampliam na no seu ser com formas integram na sua aprendizagem e portanto ao longo do dia vão havendo provocações específicas em áreas mais ligadas ao desenvolvimento social ao desenvolvimento cognitivo específicas da matemática da literacia da motricidade da iniciativa das Artes criativas da ciência especificamente para que com isso a se perceba a onde é que a criança vai mais longe é depois quando possível a um programa curricular que segue que será bastante integrado e portanto garante que todos estas áreas de conhecimento são alcançadas mas como diz com imenso espaço para a individualidade de cada um E também e para não especificidade muito cedo uma coisa que também me preocupa em alguns problemas internacionais e o tornarem a criança especialista baseada naquele facinho que tem naquela idade mas se fossemos mudam e a criança tem que ter o direito de hoje queremos muito uma coisa amanhã querer muito outra até porque o mundo é cada vez mais isto não é nós não podemos tornar-nos técnicos muito cedo nós podemos tornar especialistas em muitas áreas ter muitas paixões Mas esta ideia de aos 14 anos as crianças escolherem áreas curriculares decidirem logo se querem ou não ir para esta para aquela área Isto é contra-natura não é importante eu acho que é isso que ele tem tido também esta capacidade de permitir que a criança se vai formando o adulto se vai formando e depois até com o apoio que dá o adulto também permite aquilo que continuou a desenvolver todas as suas influências e o que perceba que não é por ser adulto que não pode continuar a desenvolver ou até dar início a algumas áreas que enquanto criança nem teve tanto a possibilidade de desenvolver olha eu tive uma durante a coisa de um pouco antes de surgir o que o vídeo eu tive a possibilidade de iniciar com um grupo de pessoas que eu não conhecia um grupo ligado ao é Mike para refletirmos precisamente sobre o que é que se passava com educação uma forma de reflexão também muito original porque muito voltada para a formas alternativas de pensar em conjunto em grupo de tanto foi um grupo de 20 pessoas mais ou menos que se começou a juntar pessoas de todas as áreas alguns portugueses outros não e que começamos um processo e Como abaixo também ligada ao mãe fuma-se para nos ajudar a reequilibrar Ea conseguirmos encontrarmos com nossos próprios percebemos o que é que se passava na na educação seguimos uma base processual enfim para fazermos esta caminhada junto juntos encontramos vários stakeholders que que precisávamos de ouvir e de perceber fizemos uma série de entrevistas com uma construtora são também um pouco diferente nesta ideia de nos deixamos conduzir pelo outro e de pormos as botas do outro e vemos pela respectiva do outro o que é que se passava e depois fizemos algumas abordagens com a própria equipa em que cada um de nós tia o papel desse desse stakeholder e projetava no espaço é que o que era e depois fotografar vamos 80 vamos perceber o papel que cada um de nós tinha desempenhado ali e foi muito e tem que fazer algumas fotografias até desses momentos que possa partilhar consigo muito interessante porque nós aquilo que vimos é que quando tentávamos com as várias pessoas colocar estes Teclados no no espaço aparecia um Ministério da Educação distante aparecia uma criança

sobre ela mesma portanto de cócoras convertidas sobre ela mesma aparecia um pai assustado curiosamente a aparecer um professor próximo da criança mas a procura de dar a mão a alguém e não encontrava a mão de ninguém e depois apareciam algumas alguns outros de satélites assim já bastante afastados onde onde estavam as

pessoas mais isoladas que tentavam de alguma forma dar cor ao sistema educativo e não conseguiam e eu sou um sou muito reflexiva e portanto fiquei aquela fotografia trouxe um imenso insights e depois fizemos um outro exercício que foi com material portanto já não culpo próprio corpo mas com o material queríamos na mesa com materiais de fim aberto o que é que era este sistema educativo no mundo e em Portugal e curiosamente surgiram coisas bastante semelhantes e equipa nem nem era totalmente a mesma e isto fez-me pensar que sem dúvida que o sistema está doente acho que acho que todos Já percebemos isto mas temos aqui um ponto que me preocupa principalmente que é nós temos uma criança que está assustada eu acho que estão tema tá boa e o teu met Avon é porque Se nós formos algumas escolas as crianças não aparentam estar em assustadas e eu acho que as crianças estão tão bem é tão esmagadas pelo sistema educativo que a parte social não está tão mau Quanto isso ou seja eles estão a conseguir desenvolver relações de paz melhores em muitos sítios do que é que o que se esperava não queres que sejam ótimas mas melhores Porque eles estão um sistema de sobrevivência e quando nós estamos no modo sobrevivência Nós temos que nos agarrar alguém e temos agarrar aos pais e por cento e eu acho que embora as escolas com situações muito problemáticas de relações entre pares em muitos dos sítios que tem observado as crianças e quando falo de crianças falo de adolescentes e jovens estão assustados mas estão assustados em grupo e portanto não dão tanto a noção de estar então mal quando estão quando começamos a fazer entrevistas estas crianças jovens adultos encontramos pessoas muito revoltadas e esta revolta é aquilo que temos sociedade atual em contato com o professor que se impõe mas que não tem como a gerir não tem estratégias de interação porque não só não aprenderam estratégias de interação e inovadoras como não a estratégia inovadora que de um sistema autoritário e é o sistema que existe na escola e portanto o Isto é um choque impossível de se dar a volta não se pode dar ao professor uma cana quando não existe a água não é quer dizer por muito Que tente não vai conseguir podemos continuar a treinar ao mas depois ele chega lá e o sistema não permite não é importante é a minha que o que mais me preocupa neste momento é a saúde mental das Crianças porque eu acho que a situação é muito mais grave do que aquilo que nós podemos pensar agora atribuir ao convido acho que é muito anterior ao ouvir isso mas se quiserem que o convite fica como culpado eu acho que é justo que tem algumas culpas no meio de estudo e portanto possamos a partir daí desenvolver as peças depois eu acho que os professores estão esgotados já culpa em mim imenso a saúde mental dos professores também mas de uma forma diferente eu acho que os professores estão com nível de frustração tão grande que tem que haver culpados e eu não sei se os professores que não saíram por sido esta bolha podem fazer muito mais aquilo que tem agarrado as pessoas a não mudar a dizer nós já passamos pelo mesmo o que eu acho que me faz confusão quando ouvimos A Dulce dizerem Isto é pensar que quando passaram pelo meu pelo mesmo pelo menos não havia telemóveis não havia computadores havia a noção não só nas escolas mas em casa nos vários ambientes que era comicala e os adultos estavam ensinados a ser assim e portanto passaram pelo mesmo no ambiente que era assim o que me leva a pensar que era funcional porque estava tudo muito dentro da mesma lógica depois deram se insere revoluções pelo mundo fora não só por cá começou a ver a possibilidade de não comer mutirão calarmos de podemos ser criativos de podermos ter a opinião de podermos ir mais longe começou a ver esta ligação entre países e o mundo e deixou de haver só esta ideia de vivermos aqui dentro do nosso país e nem percebemos o que é que existe a volta e tu viste mudou a televisão deixou de ter o papel que tinha tão central e eu vou diz mais de comunicação que começaram a ser a ter um papel tão ou mais importante do que do que só a televisão dizia-se que o telemóvel pessoas com tão pouco a formação como é que vai ser possível primeiro eram aquelas caixinhas essas ainda dá depois quando começaram seus smartphones não isso vai ser só para uma parte da sociedade Portugal surpreendeu mais uma vez tanta gente se conseguiu adaptar aos telefones Afinal éramos melhores do que aquilo que pensávamos mais criativos mais capazes de explorar de não ser medo ele não tenho a ideia e tenho feito um esforço por tentar pensar outra área que tenha ficado tão estagnada no tempo com educação e portanto e como é que se vai resolver um problema em que se deixou uma célula da sociedade parada no tempo não é e pronto e eu percebo que sinto os pais não fazem mais porque tem o recheio e agora vou lançar uma bomba mas que me parece que eu receio tem por e simplesmente a ver com a avaliação com os exames e com os músculos cada vez que falo com alguns pais e digo que é preciso mexemos as coisas eu também fiz os meus filhos que passaram pela escola o Dancing transmissível Tentarei ser representados os pais etc Depois deste percebi que a energia que estava a gastar era demasiada quando por punha qualquer coisa um pouco diferente era entendida como louca mas percebi que havia um denominador comum a todos os pais mesmo aqueles quero que queriam ser diferentes que era mas o Margarida os meus tem que conseguir entrar na faculdade eles tem que ter boas médias porque isso tudo é muito bonito mas depois vai chegar Aquele dia o medo que domina a aqui o receio de mudança não da parte do ministério esse é outro assunto mas da parte dos Pais e dos dos professores e dos alunos é vamos lá brincar pouco porque alguma coisa que temos conseguir que é estes estas notas os exames e estes resultados para que o meu filho ou eu sou eu próprio quando criança ou jovem possa entrar na faculdade ou onde quiser em termos profissionais e eu lançaria a bomba de dizer que eu estou convencida que com o digital os números clausus tem possibilidade de acabar o sistema por exames é óbvio que tem que acabar ainda no outro dia ouvia o peso Santa Clara falar de uma outra forma de candidatura não é a tantas formas de candidatura alternativas que não tem que passar por exames e eu diria que se arriscasse mos encontrar uma forma de as pessoas poderem escolher o curso que queriam a formação que queriam o saber que queriam e tivessem direito é isso não é porque esse direito é negado a muitas pessoas não é é um caso que conheci de perto de uma pessoa que não conseguia fazer o exame a dica de 12º ano mas que entretanto já tinha cidade a possibilidade de começar o curso ficando desde que entretanto conseguisse acabar os fazer o exame de matemática e ela dizia-me mas este custam tá ter dificuldade nenhuma para mim porque é que o exame de matemática porque ele tem que ser penalizada por que é que tem que ver aquele castigo não é se aquele conteúdo é necessário Sem dúvida agora sei que eu continuar necessário E esta pessoa tá é evoluir bem em todas as suas disciplinas O que é que está na base de ter que fazer aquilo né Eu acho que isso tem que pensar que continua a ser um sistema que funciona pela pelo castigo vai ter que Ser castigado aqui aquele não é tens que saber isto aquilo sou totalmente de acordo que a conteúdos fundamentais para estarem terminados passos que a competências fundamentais para se desenvolverem mas o sistema por meio dos exames e dos Oi tá bem tá com isto tanto a minha ideia será que quando digital ocupar aqui outro espaço vamos deixar de poder ter a desculpa de que não há lugar para sentar os alunos todos e é por isso que temos os músculos viu-se com o que aconteceu agora que a maioria das aulas no ensino universitário podem ser dadas online que muitos professores podem ser substituídos pela Inteligência Artificial Por que debitam matéria e portanto conheço muitos alunos universitários que colocam em outras votações o professor a falar porque não precisam de ouvir outra forma e só o homem porque é obrigatório que assim seja haveria outros sistemas digitais muito mais úteis do que ele debitar de informação o e portanto eu penso que o digital vai mostrar por um lado que os músculos não são necessários e que depois toda a aprendizagem prática em aulas práticas que são fundamentais aprendizagem ativa tem que fazer parte de todos e todas os níveis de ensino de crianças e de adultos em todas as áreas mas a aprendizagem ativa surge com a ideia de que a livros A palestras que já existem realizadas há muita informação que está disponível e portanto que desde que nós consigamos a acompanhar este processo de procura de informação depois quando estamos com as pessoas no presencial sejam as crianças ou adultos a que desenvolver aprendizagem ativa em grupos para os professores libertos de tantas horas a debitar matéria vão sobrar imensas horas para Aquilo em que eles são e daí dizer que poderíamos acabar com os músculos poderíamos acabar com a os exames e depois criar um desafio aos professores de perceberem que eu diria que dos estudos que tenho lido a volta de setenta por cento dos professores vão ser substituídos pela Inteligência Artificial Ainda bem que vão Porque vão ser muito competentes e esses processos os professores que não forem substituídos pela Inteligência Artificial vão ser fundamentais são absolutamente essenciais Ju que nenhum Professor deve ter medo de ser substituído Por que aqueles que desempenharão o verdadeiro papel do professor vão ser colocados assim num pedestal E aí sim vou receber o que querem vão ter as férias que quiserem vão ter o lugar que quiserem porque vai ser dado finalmente o lugar que me e na sociedade mas para isso eu acho que agora o digital é a minha grande esperança que que leve a esta mudança a gamificação no modelo de aprendizagem ativa Posso ter o seu lugar porque porque aprendizagem ativa divertida e o que é que fazemos em aprendizagem ativa fazemos esses jogos Mas sem o digital e portanto quando a criança tem durante o dia imenso tempo a criança ou jovem ou adulto é indiferente tem espaço e tempo para jogar com materiais julgar e com e é dentro desta forma de julgar de criar de brincar que aprendi a literacia que aprendi dentro dos programas quanto aos portugueses Matemática Português

física e química seja seja o que for depois o processo de gamificação é o que é um momento em que a pessoa o conjunto consolida com brincadeira também aquilo que já fez um ativo e eu percebo que assusta danificação aos professores porque vi a gamificação ao lado da palestra acontece que eu não vejo lugar para a palestra na educação portanto diríamos que tirávamos mais ou menos oitenta por cento do tempo São palestras depois ao tempo das fichas que eu acho que podem estar totalmente Integradas na aprendizagem ativa a forma como o ponho a introdução das fichas que não tem nada que acabar os próprios manuais eu sei que há imensos movimentos contra os manuais não faz confusão nenhuma que existe um desde que sejam de qualidade mas que existe um dentro de um contexto ou seja se eu faço uma atividade aprendizagem ativa com materiais com desafios em que o aluno é vai mais longe na sua aprendizagem a ir a um tempo de consolidação e podemos estar a treinar não tem problema nenhum e podemos estar a ver se vamos mais longe e depois a assuntos que começam a ser mais abstratos e precisão por exemplo dentro da matemática de muito treino de muito de muitas vezes Ok E aí todo o processo de mumificação pode ajudar imenso com o processo de autoavaliação at solvay e realizando uma série de exercícios por si mesmo vai mais longe percebes aquilo foi certo ou errado aparecem de estratégias diferentes para ver o seu pensamento e o professor disse então e agora eu não tenho papel Claro que tem seu papel mais importante do mundo que estar ao lado apoiar a perceber em termos emocionais O que é que esta este adulta esta criança este aluno precisa assar novas estratégias a conversar com ele a fazer aquilo que a metacognição Não é vamos conversar sobre o que é que acabaste de fazer o que é que a onde é que chegaste onde é que não chegaste Porque é que falhaste o que é que podes fazer e quais são os caminhos do pode procurar o professor libertar-se de ter o conteúdo dentro dele porque esse conteúdo verdadeiramente já existe neste momento em todo o sistema digital e ganha o seu papel fundamental portanto eu acho que tudo o que existe de conteúdo e essencial e eu juntaria aprendizagem ativa com a gamificação e o papel do professor seria absolutamente sensacional não precisaríamos de robôs feitos pessoas nas salas de aula faz-me alguma confusão e eu acredito que venha seu futuro que ainda seja um passo que eu também tenho aqui vo ir mas dentro da minha área de expressão desenvolvimento sócio-emocional Ai que uma parte ainda Precisa de alguns envolvimentos neste momento eu acho que ainda não temos capazes disso mas para os dias de hoje enquanto toda essa área da robótica está também a ser desenvolvida e eu preferia ter professores a aprendizagem ativa em espaços organizados para tal e um processo de gamificação apoiar esta aprendizagem ativa quê que pode ser extraordinário no trabalho que atende a motivação complementar que dá a criança para a criança ao adulto ao jovem para ir mais longe tantos acho que facilmente encontrávamos aqui um modelo que quer que agradasse muito aos jovens não é que nos desce muito autonomia por outro lado eu acho que o número de horas que neste momento o ministério exijo que estejam as crianças com um adulto dentro de uma sala de aula também já faz parte do passado porque vimos agora com online que até foi necessário reduzir estes tempos e que a grande dificuldade do online é aquilo que diz é que os muitos dos professores não foram todos e ainda vai mas muitos professores de trouxeram e do online aquilo que eram as suas aulas tradicionais Cruz eu assisti a uma situação que enfim me fez ficar mesmo muito enfim admirada que foi uma professora que numa destas aulas on lines um grupo de alunos começou a desligar a câmera os outros falavam aula e ela repente diz olha é assim eu vou levar a direção e de repente parou e disse a direção Mas agora como é que a direção mas eu vou arranjar uma forma de levar a direção eu pensei uau é transmitir de uma forma pegou e trouxe de tal forma que até como é que agora levaram estas pressão de levar o aluno a a direção e pronto portanto eu acho que é obviamente que o digital não é pegar um transmissivo como não foi os quadros interativos aí eu fui muito criticada quando chegar aos quadros interactivos Ed e não na raiz não entrou quadros interactivos eu não tenho nada contra os quadros interativos mas aquilo que aconteceu foi a tentativa de se mostrar que estávamos a realizar a aprendizagem ativa porque de um quadro de ardósia se tinha passado por uma coisa que era interativa mais e que no fundo não trazia não trazia nada este processo de ensino-aprendizagem em que a criança e construtor da sua própria aprendizagem não é o aluno o próprio adulto tem que ser construtores da sua própria aprendizagem e presente quando não é isso que acontece não a digital congelada não é agora o que eu acho que os digital está a provocar o professor está dizer palestras mais não exercícios que já temos a resposta e que escondem a solução ao aluno para ele não ver mais não deixem de liberte o conteúdo porque a ditadura terminou e portanto deem acesso livre aos conteúdos e tem o vosso lugar central e ele não e nos meus professores no no sistema digital a mim não me faz confusão nenhum ardósia não é o problema é o papel que lhe deram sumiço uma sala não não me faz nenhuma confusão uma ficha uma uma o manual todas as suas que a lutas uns não querem manuais escrevem seus próprios manuais os outros não querem fichas porque eu fiz aqui mas tudo é possível o problema é que estas coisas ocuparam um lugar central e em uma delas no preparou obviamente que acho que nenhuma ficha faz sentido mas a partir do primeiro se tiver que ser temos que conviver com isso não acho que sejam essenciais podemos conviver com isso o problema é que eu acho que a forma de nos enganar os todos uns aos outros e cada um comprar uma luta diferente a luta comum deveria ser acabar com os exames acabar com os músculos e a partir daí libertar as pessoas para ok O que é que eu preciso aprender para estar preparado para ir por exemplo a compra outros cursos são novos com medidas para para uma universidade mas ok eu quero ir para este curso o que é que eu preciso saber e o próprio curso dizer também nós vamos usar que o ensino superior também tem que fazer toda esta mudança é e para se vir a desenvolver este tipo de trabalho eu acho que não precisa essas competências vamos O que é que tem essas competências ou quem é que nós podemos ajudar nos famosos Campos de desenvolvimento de competências que é que nós podemos ajudar a que desenvolvem estas competências para ter estes lugares eu acho que a área onde se fosse eu a ministra da educação chamaria um grupo de especialistas para refletir com muito cuidado com muita seriedade sobre a nova reorganização do programa curricular eu acho que precisamos de especialistas nesta área e a minha ideia é que nós precisamos de momentos a integração e precisamos de algum alguns momentos de trabalhar sobre especialidades Ou seja parece-me que se compartimenta cedo demais de tenho a a grande esperança que esse seja o primeiro processo que se consiga ver que esta Ah não compartimentação tão cedo na educação das Crianças sinto que o presente aquilo que diz da Matemática tem aqui várias áreas ou seja nós para sabermos matemática em profundidade e a matemática continua a ter um papel muito importante pelo menos a forma como a sociedade ainda ainda vive e dentro daquilo que é o nosso dia a dia na sociedade há trabalhos que tem que ser feitos em profundidade muito específicos o que é que a aprendizagem ativa nos traz e ideia de que mesmo quando se faz esta compartimentação se pode logo com a implementação destes conteúdos na prática e rapidamente sair deste momento mais específico para fazer um momento de integração o que é que eu quero dizer com isto eu acho que nós podemos continuar a ter algumas compartimentações não precisamos de tantas acho que seria fundamental que ao longo do dia do aluno houvesse momentos de trabalho de integração Ou seja que o processo se invertesse nós temos grandes desafios começamos por um desafio que trabalhamos Como por exemplo o de assustar uma bola de basquete O que é que sobre isso nós precisamos de saber vamos compartimentar e vamos saber mais em profundidade sobre isso e depois vamos voltar esta visão mais magra Ou seja eu acho que no dia a dia da criança e do adulto do do Aprendiz deveria haver esta preocupação de vamos hein a estudar este ponto e depois vamos integrar isto no nosso dia a dia e numa visão mais macron da do Saber É wescoff também sobre isso em algumas palavras a dizer até na forma como faz a formação de adultos em que os modos da formação de adultos também são feitos em o arco jogos onde hábito Um Desafio Inicial que no fundo põe aqueles alunos em desequilíbrio depois perante estes equilíbrio a a ideia de que a que conversar e ir mais longe no grupo sobre o que é que este livro nos provocou depois da introdução de alguma informação nova que pode ser através de todas estas áreas digitais como pode ser alguma partilha do próprio adulto de experiência que tem aqui já com esse conteúdo depois a aplicação prática deste conteúdo ou seja como é que nós podemos a ser melhor e tornar-nos mais especialistas sobre isto aperta parte específica de Camus a ver e OK agora que já dominamos isto como é que vamos implementar isto como é que vamos implementar no nosso dia a dia ou como é que vamos implementar na sociedade como é que vamos implementar para ir mais longe por exemplo esse estar de uma bola de basquete por tantos o próprio s-coupe com os adultos de anos a noção de que isto é possível agora eu acho que o estudo dos programas curriculares e algo muito sério e algo que não pode ser decidido eu não me sinto capaz de de tomar uma uma posição sobre o que é que poderiam não ser continuar ser compartimentado tenho a certeza de que o que existe é muito mal e acho que precisamos de refletir em conjunto sobre o que compartimentar e o que não compartimentar e de que forma tornar o dia a dia num processo misto entre o trabalho de projecto de investigação e A análise muito específica determinados conteúdos mas não faz problema nenhum nenhuma confusão que também esse trabalho em conteúdos específicos de forma que as pessoas se tornem muito competentes em determinadas áreas desde que as integram em um saber depois mais geral a palavra comigo né

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