Jorge Faustino

by Comprimido ✅http://bit.ly/ONDEQUANDOCOMO

Formalmente é Business Development Director da Fullsix. Apresenta-se como marketeer, gestor, ex-árbitro de futebol, comentador de arbitragem e… outras coisas em que se vai metendo por paixão ou carolice.

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e aí eu não sinto assim tanto porque a força que nasceu como agência digital e portanto grande parte dos nossos clientes ou muitos de nossos clientes têm grande foco do seu negócio no digital ou nós ajudamos na parte digital e portanto a maior parte deles já já olha para nós e já e já espera de nós ajuda nessa área e tanto é por aí o ângulo de abordagem que temos com eles agora o mercado mexeu e quando referes a questão da das pmse mesmo as grandes empresas de desta digitalização a força eu não foram elas foram digitalizados a força de eu digo tenho dito a brincar é as pessoas foram forçadas a digitalizar se o e consequentemente só depois é que as marcas virei para se calhar nós também temos que ir atrás das pessoas porque isto as pessoas é que o consumidor é quem manda o consumidor deve estar no meio de estudo e tanto fez as marcas infelizmente muitas vezes vão por arrasto que não conseguem ter a visão para para se antecipar e portanto quando a minha mãe de 65 anos passa a usar o sumo começa a tentar perceber como é que a demandar vir compras online isto queria uma mudança para paradigma de consumo onde depois as marcas tem que ir atrás sob o risco de não de ficarem para trás e portanto sim há uma grande há um grande foco que nós já sentindo já conhecia hoje já está trabalhávamos em andamento no e-comerce na capitalização da deita e que agora foram as marcas e empresas tiveram que olhar para isso a sério perceber olha ou não vamos adaptamos outro transformamos ou a empresa assim as pequeninas a passar eu tenho um tenho casos de conheço casos de marcas que nem as marcas que eram empresas que trabalhavam bitwit a ser hotéis e que em quatro semanas criar um site de um site para venda de produtos e ultrapassaram os grandes as grandes marcas de grande consumo porque não não tem não não estavam com capacidade de entrega entregar a passar duas semanas ou passado passar 10 dias úteis e portanto marcas mais pequenas que surgir empresas mais pequenas que surgiram então ser capaz de entregar em 48 horas o a carne e o iogurte e etc e portanto estão estão a minar este mercado agora naturalmente com o tempo muitas irão cair as marcas mais fortes tem mais capacidade de se adaptarem se transformarem rapidamente é este este modelo de consumo de se manterem lá em cima mas isto tem muitas oportunidades e obrigou postou é que muita gente pensa assim um deles e eu acho que conte se ele é consequência uma coisa uma coisa da outra eu acho que nós passamos olhar para o digital havia muito aquela proteção do digital é nosso inimigo isto é passamos a vida errada o telemóvel e os vírus possuem o telemóvel e não se o telemóvel só podemos tempo e o telemóvel passou a ser o sítio onde eu agora faz as compras e onde eu consigo comunicar que a falando eu consigo está próximo da minha família e tanto já não é tudo mal que se passa ali e portanto a partir do momento em que já não é tudo mal que se passa ali também as marcas a partir eu acho que isso foi me entende de comunicação quando nos apercebemos da força do digital em termos de comunicação calhar percebemos em vez de estar 1 milhão de euros numa loja abrir uma loja na baixa ou no centro comercial se calhar faz sentido de estarmos um terço dinheiro e fazer um site de e-comerce bem bem alimentado com com ferramentas que nos levem as pessoas e come e aí e gastamos um terço dinheiro e investir também tá pessoal vender para o augustus estamos a vender a pessoal inteiro álcool mundo logo aí as marcas tem que tem que pensar o seu negócio mas pensamos ao nível da comunicação igual que é a vamos fazer um filme para televisão por 200.000 euros se calhar fazemos um filme é por 10 ou 30 ou 45 a 50 mil horas e gastamos outros 150.000 a com um bom instrumento em meio digital e vamos ser muito mais eficazes atenção que eu não estou matar a televisão não estou matar as grandes produções mas eu acho é que fez repensar que ativamente a forma como gastamos o dinheiro e como olhamos pronto para o investimento poder fazer no digital fazemos fazemos e e aqui entra entre a nossa abordagem de mercado ea forma como nós usamos nossos clientes assim tão muito no pensamento está na moda que que eu consigo lantern nós nós já trabalhamos em cima dessa dessa desse dessa plataforma como é e nós temos o nosso modelo de o abordar a há 23 anos aqueles o tempo passa depressa 34 anos e e portanto nós sempre que possível a antes de naturalmente atraente chegam até nós vamos dizer que não tenho televisão ou eu quero uma thor o website e quando o cliente vem e os prédios desta forma que nós fazemos entregar mas o que nós tentamos fazer com os nossos clientes e e o fato de termos clientes a 20 anos a 18 anos a 17 e não estar a fazer o que nos pedem é pensarmos juntos o que é que é importante fazer e quando falamos numa numa abordagem que começa pelo consumo de jane nós vamos primeiro perceber onde é que anda o consumidor quais são as suas necessidades como é que a marca depois pode corresponder a estas necessidades e muitas vezes a resposta a isso pode ser um anúncio televisão pode ser uma campanha de autores parte muitas vezes é um site is a friendly é é conteúdo para as redes sociais é é uma época é alma e funções que é conteúdo que mais do it yourself é contido demais mais divertido mas tanto a uma série de respostas que vamos encontrar para responder às necessidades do consumidor e pelo objetivo ou gente pode ser só quero que a rede mais um hambúrguer ou pode ser que é que há mais ou menos para o para a marca mcdonald’s e portanto mas não temos o marcos nós trabalhamos há muitos anos e nós já estudamos para resolver os problemas como é que vamos criar mais ou ervas para a marca mcdonald’s no hospital ou como é que vamos ajudar a vender mais este hambúrguer e portanto a abordagem de possuir mau gênio e resolve problemas destas duas dimensões completamente completamente diferente importante responder à tua pergunta sim fazemos campanhas tradicionais para marcas como yorn outra para a marca do grupo sumol compal e temos outra outras marcas onde quase ninguém sabe que nós trabalhamos e nós somos relevantes para o a mobília uma máquina de me to be contratamos todo tudo tudo o que é o digital da mata ao vivo que era antiga e do e do tecnologia e portanto a marcas onde onde provavelmente ninguém sabe que fosse que trabalha essas marcas e que se calhar o ano passado de ganhar os prêmios eficaz e com elas é porque lá está é pela eficácia daquilo que fazemos nossos tentamos diferenciar e ajudar as marcas do que fazer e tem todo o mérito um anúncio muito a gente a chorar no natal que tanto acho que as duas coisas podem existir nós fazemos as duas naturalmente que pelo de onde vimos e assim e para onde achamos que devemos ir o nosso foco passa mais pelo digital não esquecendo nunca offline digamos a dormir adicionais deixaram de ter a posição dominante o tanto agora nascem nas concorrentes por todo lado como em todas as outras indústrias e portanto quando nós falamos de restaurantes antigamente haviam 12 restaurantes por quê porque era quilômetro quadrado hoje em dia existem existem mais existe e antigamente só havia uma questão ao dizer agora existe uma canal existem mais de 20 marcas de hambúrgueres boutique que também são concorrência portanto o que acontece no mercado dos media e e o que aconteceu o derivada a produção de conteúdos nomeadamente no digital e o que eu conheci aqui setembro não é só no digital netflix netflix da vida a isto tem tudo a ver com o consumidor e suas necessidades a partir do momento em que o consumidor se habitua a poder escolher e consumir o que quer quando quer e quem vem muito de trás vai ter que se adaptar a gente vou no carro com a minha filha e passa uma música e a minha filha diz-me a partir para outra vez e eu tenho vontade por outra vez porque é é realidade é aquilo que nós temos hoje em dia quieto tem puxa para trás e põe e vamos o carro a ouvir rádio e ainda não podemos fazer isso não sei que vamos nutella e depois já podemos mas mas mas é por aí que é nós queremos consumir aquilo que nos acontece quando nos apetece apartamento em que há uma mudança de consumo a uma mudança da forma de chegar a esse consumo e portanto agora eu acho que o que se passou agora vai permitir que um projeto consumiu jane que nós fazemos afunde que poderia levar seis meses nós fizemos projetos onde estamos seis meses a fazer um levantamento para para rede nacional de expressos nós tivemos pessoas da nossa equipa viajar de autocarro até badajoz até fátima comprar bilhetes online comprar bilhetes fisicamente é de 160 para perceber essa essa essa essa viagem viagem de consumidor e depois lá está perceber os peões e arranjar soluções arranjar soluções para isso agora o que agora acontece em muitos produtos e muitas categorias é que antigamente o eu passava se trinta por cento do digital e setenta por cento fora dele e portanto a taxa de esforço para perceber o que é que o consumidor fazia como é que fazia implicava a entrevistas a falar falar fazer uma série de levantamentos junto fisicamente pronto e hoje em dia a partir do momento em que é um bocadinho ele é o inverso em que 180 pacientes passam digital é muito mais fácil uma criar isso aí e fazer um acompanhamento real do que o rezende vistos agora pois daqui a dois meses tempo assim triste outra vez para perceber quais foram as mudanças não se agora tudo se passarmos digital tá tudo uma piada lá no digital e hoje sei como é que consumido está conquistar e daqui a duas semanas olha aqui uma semana lá daqui a uma hora vejo que as e o floco consumo está a ser diferente presente posso logo corrigir com conteúdo aqui posso logo corrigir ali à frente com uma alteração no e o ex da do site e portanto consigo ir resolvendo logo uma série de problemas o alimento quando há 20 anos atrás as pessoas alguém dizia o carro comprei um carro giro eu ia perguntar outro carreras e depois eu te dava no meu carro velho e eles estão de ver o carro para ver como é que era é treino agora não agora eu estou a pensar tenho do carro primeira que eu penso em trocar carro quase deste de do momento em que eu penso de nisto até aumente que eu já comprei eu consigo uma criar quase de comportamento de todo e a viagem toda uma pessoa no digital e estou a dar este exemplo não tenho um cliente de carro mas de automóveis mas isto faz com que nós consigamos ser muito nós marcas ser muito mais rápidos e ágeis na resposta que damos para para não deixar o consumidor e produtos e o sebo a demora na reação agora olhando para trás e olhando para tudo isto que é quando tu estás como estás sentado numa forma de trabalhar que te dá dinheiro que é fácil chegar as marcas e pedir x11 televisão e pedir mil vezes menos para qualquer coisa no digital temos que me ver agora já começa a não ser assim mas tanto quando nós estamos em cima de um balde de dinheiro e que isto é as pessoas pagam para para poder estar na nossa plataforma que é que a televisão vamos mudar a thomas vamos quando estamos à frente do nosso tempo podemos empregar os riscos e portanto ou sempre valente o medo nem acho que seja falta de visão talvez o medo de vamos virar estudo vamos virar e depois isto as coisas hoje em dia acontece muito stress bom então escondidos o antes da vida surgem de repente vindos do nada ao fenómeno que eu já gostava já deu aprender a falar sobre ele o esporte que eu já há dez anos tendo tenta dizer para mim para o início da série perceber eu acompanho a distância sei o que é que se anda a passar aí a dimensão do fenómeno tenho acho que tem claro claro a visão sobre o que o papel que dispara ter no futuro era muita paciência para me envolver daqui nunca fui muito jogar jogar jogo e tantas coisas também tenho que ir de uma paixão mas em termos de negócio quem quem quem quem quem tá ligado à tecnologia e quem tá ligada desporto e nomeadamente quem tiver paixão pelos dois já vai atrasado já vai atrasado porque os esports vão estar nos jogos olímpicos em 2084 como modalidade de exibição e portanto ou se apanhou o comboio ou se adaptam é o depois vão ser ultrapassados e que tanto de isto é um caminho para lismo ou relativamente ao que se passou por televisões e o que se passa sempre pois também é um bocadinho aquela questão ligada a visão que o consumidor tem das coisas que eu para mim tvi sic canal rtp a chegar a casa ligar a televisão comando e consumir a enquanto o anti é os bancos da vida é olha agora vou estar no computador e agora até se mover aquilo e depois vou vendo umas coisas aqui as outras eu vou e vou-me entretendo no youtube não ainda provavelmente aquele mais certo de abrir o computadores a tvi computador que é aquela coisa na prosa os canais divisão entre nós pelo menos para a minha geração para nossa geração era aquela coisa que consumimos aquilo que nos é dado enquanto quando podemos num num computador quando contamos posso trocar os youtubes é aí já estamos a consumir aquilo que nos apetece não queremos saltamos queremos temos voltamos atrás antes também tem haver um bocadinho com o mais de 7 do consumidor que eu acho que as gerações mais novas é já não terão e outro dia lia lia um artigo sobre o facto de fez que é um bocadinho a televisão está a morrer mas o televisor vai ter mais força que é o fato aparelho qualquer dia e já é hoje em dia nós passamos é coisas para o aparelho não para ver televisão mas para ver aquilo que viemos que víamos no telemóvel nos mais perto deles no computador tanto o televisor não vai morrer certeza a televisão também não acredito que morra mas na forma é relativamente essa angústia entre a primeira aqui a condição humana que é nós nunca nos sentimos satisfeitos e portanto eu enquanto comandante do transatlântico com milhares colaboradores no canal de televisão grupo de visão é vou sempre ficar frustrado quando vejo os nogueira sozinhos passar assim como se calhar os volumes nogueiras uso antes da vida também vão sempre ter aquela coisa de televisão ele tem ele chega muito mais gente mas eu acho que vai haver sempre tal como em conta agência e o cientista na minha agência já trabalhei em agências pequenas e estou felizmente na agência que que foi conhecida no passado como agência do ano em portugal e eu também se 150cc que eu gostava às vezes conseguir ter agilidade mas vencidas as pessoas certo agora pelo menos eu tivesse se as pessoas não tinham os clientes que tenho e não teria os desafios que tenho enquanto agência o corpo de 150 pessoas com uma série de perfis de valências diferente porque eu acho que vai a versão impressa esse olhar para o lado dizer assim ah quem me dera estar ali eu gostava de ser como aqueles e os outros vão dizer que gostavam de ser como como como os maiores relativamente a esse possibilidade sentimento de frustração aí seguramente que qualquer canal de televisão é o qualquer youtuber olha para o procura para o que bruno nogueira fez e pensa assim quem me dera mas mas isso também foi desde sempre na publicidade quando vemos um anúncio brutal davi que nos com todos emocionados ou da vodafone alguma série marcas que olhamos e pensamos e gostava de ter feito aquilo a são momentos o grupo teve o mérito brutal na forma como construiu eu acho que pois é preciso perceber que ele estava o nome de todos a ter todos querem ser youtuber e quando temos aqui o teu agora vamos alargar isto a outras plataformas mas é perceber que o bruno não conseguiu isto num dia não conseguimos tem dois meses conseguiu sterda a fazer a carreira toda toda que fez e portanto também não é não foi uma pareceu-lhe o anti também não conseguiu aquilo que é hoje em dia em dois meses ou em dois anos é um percurso de vida é um percurso que foi dedicado a um projeto e portanto eu acho que às vezes quando nós olhamos para fazer como é que ele não é aquele são 20 anos a trabalhar para chegar ali enquanto dimensão de consumo claro que é naturalmente restante quando tem uma estrutura como uma televisão tem aí no canal tem que ser mil pessoas haverá e depois existe o outro há 75 mil pessoas a ver extra mas também temos que pôr as folhas as coisas a sua dimensão foi uma vez da querer consigo muito mais vezes mas foi uma vez mais e o futuro o futuro para o passa por quê que é a fragmentação do consumo e tantas vamos ter duzentas ou trezentas mil pessoas a ver televisão e vamos ter 100 mil pessoas a ver o bruno e vamos ter 50 mil pessoas haverá outra menina e outros tem a ver aquilo porque já não há a confluência de consumo numa conta forma e no canal e número do vivo televisivo outro ele utiliza mais a gente criativamente e mais exigente nas coisas depois que se vão ter que fazer mas também aí eu acho não sei como estão as outras agências estão entre não consigo ver não sei como é que eles aprender suas portas aos seus clientes mas sei que nós nós na fuchs já algum tempo que não chegamos ao cliente como tu dizias confio televisão para gente vai para rádio assim não sei que nós temos como ideia g1 a ideia é esta e depois ok onde é que essa ideia vai acontecer e nos londres como é que vai concretizar e potência ideia é este hambúrguer é o melhor do mundo e portanto para a gente ir para a prisão na prisão vai ser assim faz nas redes sociais vai ser assim e assim mas vamos dizer que o hambúrguer é o melhor do mundo e é assim que também nós apresentamos as nossas propostas que é temos ideias e depois vamos arrumar os onde é que faz nós temos nós nós costumamos dizer na nas apresentações que tem acontecido errei a frase conta distingue do do bill gates que eu por acaso há uns tempos andei andei a pesquisar e vez que acontecer nada e eu queria eu conto isso conta de ti sim foi conta de risquinho e causas são impedidas de maneira a tomar passar o restante temos que investir em conteúdo que isso vai dar dinheiro no digital daqui a uns anos tanto ele para além de adivinhar a questão da pandemia muitos anos antes do jeito que o conteúdo é que ir lá dinheiro digital e daí o king mas é que além de ser ser king também a liquido porque tem que tem que funcionar o conteúdo tem que funcionar e tem que se adaptar ao aos diferentes formatos os seus canais depois também além de seu like tem que ser amplificado enquanto se calhar se no tik tok e no linkedin conseguimos por e aquilo depois começa a crescer a psicanálise para a televisão para pagar outra saída com o facebook é igual tem que pagar se não ninguém nos ver tanto ainda há muitas marcas muitos visores que pensam que podem chegar a uma uma empresa de autores e dizer assim olha toma lá que o autor que é muita giro ponho no meio e para toda a gente ver eles sabem que não podem fazer isso mas acham que ainda podem estar ao facebook dizer assim tenho aqui as conteúdo de agir toma lá facebook põe para toda a gente ver e o facebook não vai pôr tokyo jcb.com não põe para uma televisão não põe e tanto a a este mundo sete que aquele vem de um histórico de ir a dez anos atrás o facebook era como tik tok nós temos a coisa vivia atualmente ainda podemos ir ao tik tok por e aquilo isto love e não precisamos gastar dinheiro pois aqueles anos e vamos precisar e portanto me a que ter a consciência com todas essas plataformas com todos estes sítios onde passar a mensagem temos que ter muito bem e perceber muito bem qual que é a nossa mensagem onde é que eu teremos arrumar como é que vamos mostrar porque a mesma mensagem nós podemos pensar em vídeo por por por podcast por uns pozinhos animados por uma story por uma igtv portanto é conferir as é um mundo de formatos um mundo de plataformas e o mundo opções para passar a mensagem temos que ser muito bem e aí a importância do consumo de carne de onde é que está a pessoa que eu quero empatar porque se eu sei oi jovens não veem televisão se calhar não faz muito sentido televisão no sentido de canais televisivos se calhar eu posso fazer o filme mas carro pela netflix ou roupão no youtube em vez de estar apolo na natureza ou menos 30 depois opções temos que tomar se tivermos muito bem noção de onde é que estão ao consumidor e não é o filme um no digital que nos pôs com esta cultura de queremos as coisas grátis quer dizer a cultura em si é oferecida as pessoas isto é nós compramos todos um bilhete para ir ver os youtube não estádio mas para ver os artistas portugueses queremos é que a câmara municipal faça as festas da terra e eu não quero pagar para ir assistir quer dizer e portanto a própria da cultura nomeadamente na música nosso prêmio sempre que as nossas câmaras municipais façam os festivais e etc para nos entregar depois a gente vai só nós vamos ouvir música queremos ir lá para ir ao festival por um copo tacos amigos foi criar um ambiente espetacular lar também queremos ouvir a música queremos ouvir os artistas mas é um conceito diferente consumo e portanto ainda estou a totalmente a falar fora do digital e nós já exigimos e achamos que merecemos e que tem que ser assim e o um dos flagelos que anda agora aí que foi potenciado companhia é a partir de ilegal dos jornais integrais no digital eu acho que todos todos teremos receber várias vezes ao dia de vários grupos uma listagem de jornais em em pdf que eu já disse as minhas vezes para não mandes eu também colabora com o jornal também globo record e sei que o fato das não venderem está a prejudicar o jornalista está a prejudicar os donos dos jornais e portanto quando nós achamos que tudo tem que ser gratis estamos a pôr em risco a qualidade daquilo que nos é entregue estamos a pôr em risco uma economia que está por trás daquilo que nos faz chegar e esse conteúdo nós queremos grátis e portanto é algo que nunca vai ser viável a médio prazo para frente até agora até pode ser eu nós deixamos a piada em receber os jornais no whatsapp é mas agora sabemos 20 e se continuar assim daqui a daqui a uns meses aqui é um dois ou três anos só recebemos três que os outros falaram ah e depois vamos sentir falta depois vamos achar a este jornal ter visto aquele que era um jornal independente nós vamos sempre achar que isso olhando só para pra questão da comunicação social escrita e tanto é a mesma coisa com os artistas é a mesma coisa com o com todo o conteúdo eu acho evento que o conteúdo deve ser valorizado e que deve ser pago o ser pago pode ser uma marca ao selo está a ser pago de outra forma não é quando uma marca entende que deve fazer um canal youtube a dar dicas de penteado e é quem produz o contigo tá ser pago yamaha a mata está a ser relevante para para para o consumidor está a criar proximidade está resolver problemas ao consumidor tanto que está tudo bem está tudo certo alguém paga alguém produz alguém me cia do que é produzido estamos a falar contigo a portanto eu acho eu acho que estão do premium a toda a linha princípio ao fim não é viável a médio prazo nem é longe a médio prazo não é viável acho que ser uma ofensa aproximar de jornalistas respeito muito sua família de jornalistas foi jornalista é afirmado mas era uma lista que acho que é uma coisa nunca deixa de ser e e análise nesses três ângulos um e primeiro se calhar nessa perspectiva de jornalista de tempo de órgão de comunicação social que é quando não se tem liberdade financeira a muito a perder-se a liberdade de opinião decisão e portanto quando quando referes o caso de visão de alguém um banco que liga a dizer eu gastei alguma marca não interessa que te liga para o 11 orgânicas o que elas irão gastar em x por ano você põe a sentir seu deve estar e sempre graves são atentado à liberdade de informação a ao conhecimento da população está te isso é é bater no fundo e portanto eu eu como começar pelo eu colaboro com a tvi 24 e com os na record enquanto comentadores arbitragem acho que não se aproxima de ter sisters níveis mas há uma coisa que eu disse e que também fiz encontre árbitro de futebol futebol durante 20 anos até a segunda liga onde na primeira crise nacional mas eu sempre disse que não não tinha que ter sempre um emprego porque enquanto eu tiver o emprego assegurada a minha profissão eu terei a liberdade para dizer o que quero no dia em que eu estiver dependente de um ordenado da comunicação social estou sujeito a muito provavelmente ficar sem emprego porque eu não iria fazer um favor não não parece que eu quiser fazer a sua amor o que eu caísse na situação de fazer a favor ah e portanto que iria acontecer é que ficar sem emprego quando se você não pode dizer isso eu não posso fazer aquilo e portanto é a partir do momento em que em que eu tenho o meu ganha-pão no meu trabalho na agência publicidade pode me deixar e me quiserem na tv e não recorre a dizer aquilo que eu acho que devo dizer lá estarei e felizmente 12 horas comunicação social que nunca sequer houve a tentativa de que isso não acontecesse a e portanto e encontra-se quando alguém não quiser eu vou embora e amigos como sempre e portanto eu acho que tô passando isso para ataques tão sabida por a liberdade económica a segurança econômico é fundamental para que possa haver liberdade na comunicação na comida social aí naquilo que a vítima aquilo que é noticiado e isso agora brinca com a perspectiva da gestão que é ele é eu encontro responsável no limite de de uma organização social eu tenho que conseguir não estar tão dependente de lajeado e isso deve ser o desafio do urutau a gente estar aqui a falar diferente fácil não é e portanto mandar estes vitais aqui são que são muito fáceis mas a cruzar aqui e tenho visto muitas campanhas de alguns público do do observador que se que estão ao seu redor nasceu digital público está está a tentar aproximar-se o máximo possível é a dizer paguem faz favor por este consumo parece conteúdo é porque é isso que vai permitir que as contas continuam existir o e portanto quando as pessoas pagarem se habituarem que se eu comprava o jornal físico eu para ler as notícias na internet que é que não é pagar pronto para que para que os órgãos possam começar a continuar a existir de forma independente e portanto eu acho que só dessa forma é que vamos ter uma população com informação bem informado no texto as pessoas querem aproveitar essa informação e outro é outra questão mas bem informada a e portanto eu acho que é fulcral a violência económica dos jornais sejam eles da forma que for e também como falávamos de visão eu não acho que os jornais em papel estejam mortos calhar sou eu que já sou já começa a ser uma geração mais assim e eu gosto de jornal jornal faz a muita coisa que eu vejo digital e a minha vida passa-se digital é não da minha vida não a minha vida profissional passa no digital olá a todos os dias a pensar no digital mas eu eu gosto muito de carne renal e desfiados na ler o jornal e ainda está aceitar a ver os não é a mesma coisa quando não se compram jornais quando não há dinheiro para pagar a informação deixa saber dinheiro para pagar a quem a faça quando pagamos – passamos a ter e teoria sinais menos competentes ou menos qualificados e te passar tem menos profissionais então agora com esta questão da península ao setra foi noticiado ou foi notícia os cortes que ele não está assistir arrumou na uma série de empresas e como no mercado todo mas portanto o que o que nós não podemos fazer hoje o que há cinco hoje com dez pessoas das quais sete são estagiários não podemos fazer o mesmo fazermos a 5 anos em que eram sinceros assim que enviará 5 série 10 estagiários e não temos fazer o fazíamos há 15 anos onde eram 20 sérios e três estagiários e o que é impraticável acreditar que a qualidade do alto pode ser a mesma ele se quer ter uma boa ideia tem que ter os melhores designers melhores melhores motivos então se eu não tiver os melhores criativos eu não poder não posso pensar depois estagiários na empresa menos as pessoas embora e depois vou ter a ideia espetacular para uma campanha ou seja é um digital ou seja o meu pai tá o que passa na agência é o que se passa no jornal e o que se passa então economia os melhores profissionais dão os melhores resultados com mais qualidade e portanto se nós com todo respeito aos estagiários por causa das viagens fantásticas mas nós queremos criar informação a pagar muito pouco ainda por cima estas viagens mesmo os melhores diários vão fazer a vida porque não ter outras coisas para fazer e vão criar os seus canais de youtube e vão criar as suas se estaremos e vão criar as suas toda a sua explicação e vão sobreviver porque não conseguir arranjar nichos por onde por onde entrar e vão perceber o que é que as pessoas gostam de ver outro consumir e vão arranjar soluções para isso hoje e eu acho nós daqui a uns anos vamos vamos olhar para trás e acredite nós não vamos lembrar da pandemia na perspectiva aos morreram 200 amanhã não tenho tempo de verão 150 é não nos vamos lembrar todo sagrado tudo isto o meu pai ser marcante não vai ser marcante e já estava farta em casa certa eu acho que vamos lembrar das consequências positivas quando olhamos pode remote lisboa hoje em dia nós falamos mais de reconstrução de lisboa tudo terremoto em si e eu acho que se vai passar um bocadinho e tá tem que tem que se passava na história na história da humanidade e isso que olhamos muito mais para as consequências positivas dos momentos graves e eu acho que isso é o meu tratamento vai marcar a história mundial seguramente mas o que vamos recordar o que vamos tirar vai ser a parte do ah e tem coisa vai ter consequências boas vai ter curso funções uma série de coisas e falo por mim para não estar a falar forma genérica eu não era de todo fã do trabalho era se calhar por falta de confiança nas pessoas será que é tramado aqui a falar forma transparente mas é eu sabia que muitas vezes quando eu queria trabalhar concentrado eu não ia para agência e um você saber eu ia conseguir qualquer para descansado estar a trabalhar e depois de forma egoísta barra estúpida achava o se calhar os outros não são assim se calhar alguém diz preciso não vir ok não venhas porque sempre fui sempre fui aberto é isso vou esquecer é pa e isto é uma lição brutal é que em 150 pessoas que eu tenho na fluxo nós conseguir continuamos a entregar da mesma forma como entregava vamos antes as pessoas têm trabalhar demais dão mais desse porque só mais responsabilidade a responsabilidade e tanto quanto mais liberdade mais responsabilidade e eu acho que tal como isto mostrou a mim que havia soluções para a lenda do status quo de trabalho a estou seguramente há muita gente a indústria também outras coisas todas as tuas que olhar para isso e pensar assim já viram que eu pude teus a trabalhar em casa se calhar alguns podem estar sempre em casa e isto roda e o corte trinta por cento do meu face trinta por cento do meu espaço são trinta por cento de juros fixos na pontão crucifixo com usar tanto ah eu acho que é aqui uma série de questões que fala sobre da mesma forma como fomos obrigados como economias obrigada a digitalizar também fomos obrigados a olhar para o trabalho de outra forma referias a questão do fim de semana eu nunca sou o que era o fim de semana porque sempre o meu trabalho passar o fim de semana tem o futebol era hábito nunca desliguei bem com isso nunca soube muito bem o que era isso mas os nórdicos acaba os nórdicos não ser inocentes europa as seis da tarde sai eu acho que a tarde sai e vamos ver com os amigos pois as novas da noite tão em casa fazem isso a segunda a quarta a sexta ou sábado ou domingo e portanto não há tanto esse vincar do horário de trabalho que é das novas sete horas e estou a mesmo que não esteja a fazer nada estou lá e depois tenho os meus momentos nos fez o que isso nos mostrou é que eu posso estar em casa e não trabalhar toda a manhã e depois vou trabalhar à tarde e toda vai até a meia-noite e eu tenho que entregar as coisas e sendo que isso não é válido para todas as áreas negócio não é válido para todos os pilares da nossa economia a e vale para muitas para por muitas empresas e marcas que não tinham noção que era vale para se a economia ea forma como as coisas acontecem se olharmos e para a cinco anos não é preciso ir para trás para 2 anos atrás nós olhávamos para os ctt e pensamos e os ctt morrer eu vou morrer estão em morrer e hoje em dia ninguém tem dúvidas de que os ctt têm um papel fundamental na economia atual porque quem trabalhar no escritório com 150 pessoas como eu ver as dezenas de encomendas que chegam diariamente ao escritório é importante ia ser o novo papel dos ctt na sociedade é entregar aquilo que as pessoas precisam antigamente entregavam aqui outras pessoas ou não queriam a que eram as contas ou aquilo que não sabiam que ia chegar que era a carta de alguém a dizer alguma coisa hoje em dia o papel dos ctt outra entregar aquilo que as pessoas pediram e portanto está um caso em que nós em dois anos citamos alguém e este a deus quer como o cartão falar das prisões este agora tão mortes que iraque dizer aí realmente vias tango que ainda não havia bem a visibilidade sobre ele e eu acho que estamos naquela fase em que há muitos negócios muitas empresas muitas marcas e ainda estão na no momento em que o que eles faziam já está a morrer e ainda não perceberam como é que se reinventaram ainda ou ainda não surgiu a necessidade de qual vai ser a solução que eles vão apresentados aqui tem um item uma agência de da ativação de marca e que em 10 dias começou a vender máscaras da acrílico e cria uma nova área de negócio dentro da empresa estão mas essa é a ser uma decisão óbvia agora há outras que vão durar mais a perceber onde é que é o meu lugar nesta economia nova que que existo ai que não haja dúvidas que muitas vão morrer muitas marcas vão desaparecer e muitas empresas vão falir infelizmente é assim potenciar agora porque já era anda fora mesmo foram como um paciente empresas todos os dias vão depender desses diz agora com este momento que estamos a viver a obviamente que vão haver muitas marcas muitas empresas a desaparecer mas infelizmente faz parte deste ciclo e esse momento de grave crise mundial naturalmente tem um impacto brutal na economia incontornável a economia ou se fórmula que se vai formula existe não aqui coisas que me que tem cabo nós nós todos podemos ver muitos esperemos em outros momentos a economia já subiram muito nos momentos e quando temos economia lembrar que atrás e para outras pessoas e pessoas têm sofrido muito com com diversos ciclos econômicos agora esta aqui é é uma bolacha não é uma coisa mais estrutural global e o facto de ser global traz consequências que vão forçar a que tudo muda em todo lado mas também a parte boa é que como acontece em todo lado as funções também vão ser mais abrangente e mais acolhedoras para todos portanto a forma como eu resolvi o meu problema aqui ou se olhar para o lado de fora com eles são aliás o problema dele sempre korn interes pode funcionar porque a globalização que eu aprendi na escola quando quando tinha 14 anos já não não é nada a ver com esta globalização que temos agora sim que agora sim está em portugal se eu vou estar em espanhol estar em frança no no que toca a algumas questões de consumo é igual mais claro existem as culturas e fazia a pouco uma coisa só os nórdicos que são as cinco da tarde do trabalho e vamos ver cerveja provar outra somos nós estamos a fazer a trabalhar até às sete oito à noite vamos para casa jantamos tal temos lá vemos o divisão e vem e ao sábado e a sexta feira sair de casa às sete da tarde as sete da tarde e amanhã nós vamos à suíça e à uma da manhã de estética fecha e nós que é isso então mas amanhã eu vou sair de casa não é haverá sempre questões culturais que vão que vão mexer na economia todas as todos os monopólios ou perigosos tem tempo fio agora nós falamos há pouco que há 25 anos a televisão mandava nisto há 25 anos atualizar o google em termos de crescimento positivo publicitário em termos do que as pessoas consumiam e era o e era o google porque porque era quem dava alguma coisa que entrava estava as pessoas a a 30 40 anos atrás era uma coisa nova e impressão que se passava ali eu comia o que da linguinha e portanto e fazer as marcas consequentemente como eu estava ali eu consumidor meteu o dinheiro e tanto eu consegui a também aquilo e o que se passa hoje em dia é o google responde aquilo que eu consumidor quero e e preocupa muito a questão da privacidade de dados na área de trabalho tenho que ter muito cuidado e tenho que alertar os meus clientes acompanhar os meus clientes as marcas a sobre as consequências que isso pode ter para os consumidores para elas próprias agora que a questão da requerida ainda mais mas enquanto consumidor preocupo muito mas quando eu estou a querer fazer qualquer coisa se me aparece uma coisa a dizer termos e condições aqui clica siga e já fui quer dizer quando eu quero alguma coisa eu estou me literalmente a aplicar não é a fazer o certinho porque eu quero é passar aqui porque eu quero ele bem ali a seguir e portanto somos nós exemplos estão os meus dados o que é que fazes com os meus dados e até três setra que sempre que precisamos alguma coisa passamos ao lado tu que ela aceita os termos e condições que ela é saber sim sim sim sim sim sim sim até descarregar aquilo que me interessa o e portanto aktia a sociedade o consumidor tem que ter noção do seu papel e da sua responsabilidade na questão da proteção dos dados e isso é é é uma questão de fundamental e outra é neste momento e não sabemos quanto tempo vai ser para sempre vão se vai ser o que é paciência uma coisa negra ou se é uma coisa boa agora é uma coisa boa e temos sempre com medo do negro tá lá atrás da prisão também viu isso que era eles não sabiam ter informação e e e propaganda não é antes a televisão era lançar os papelinhos pelos aviões tão tão tão estão a alimentar os e portanto nós hoje em dia com os os algoritmos com a cabra de analítica e etc nós aprendemos todos uma lição do que é que vem é o que é que pode vir desta destas todas as redes sociais é são são perigos que advêm da evolução tecnológica que o que é que na história começou com os panfletos ou antes disso começou começou começou bem antes né seguramente mas começou com os conselheiros passou pela divisão e hoje é o google que é a plataforma ontem as coisas que não responde como consumidores queremos e tanto nós vamos lá e naturalmente que as google e portanto facebook se as plataformas todas para as quais nossos empregados elas também necessitam de ganhar nesses alimentar portanto que elas têm para vender normalmente é o nosso tempo a olhar para elas e portanto eu acho que isso é um negócio claro a acho que é um caminho que vai ser feito de aprendizagem mais do lado do consumidor porque naturalmente que a eu vejo a curto prazo uma coisa fantástica que também consigo dizer que é perigosa que é entretanto a google e amazon tem bancos oi e a google sabe tudo sobre mim sabe onde é que eu vou quando é que eu vou quanto é que o gasto que eu quando souber quanto é que eu tenho na conta e onde é que eu costumo gastar o onda com o singu está se calhar já já já sabe o a parte disso a partir daí agora eu vou confiar não confio dar um jeito até certinho depois começa a ficar sabe eu acho que isso vai ser sempre o consumidor a definir essas linhas e a pessoas que também se fala hoje em dia as pessoas coloquei uma localização e outras não coloquei a localização é vai haver sempre pessoas que abrem as portas todas e outras que não abrem uma queda eu tinha pessoas que dizem aí eu tenho ali um carro a gasóleo guardado vou guardá-lo para sempre porque qualquer dia isto e essas coisas carros elétricos e as coisas tecnologias não tiver um motor dos antigos é para apertar aqui vai funcionar quando quando estiver aqui o caos pronto é só não sei falar gasóleo e portanto é a pessoas para todos os níveis a cultura e portanto vai ver vai ver sempre faço para para para google para para facebook entrar em nichos mais pequenos ou nisso maiores são naturalmente muito maior que eu cortei hugo e que o facebook é certa nos nos concedem através dos conteúdos tem daquilo que nos permitem perceber e alcançar e ter não sei se é uma diferença assim tão grande porque quando nós olhamos contamos dizer da televisão mas pode visão que nós vamos ver os grupos grupos comunicação social existem dois ou três ou quatro também existe um google facebook e amazon tão quando estamos a falar esse nível não estamos a falar da marca facebook o facebook o facebook no instagram né eu google é google é oasis é que tu tanto existem várias marcas mas depois aquilo tá concentrado facebook amazon e google tal como estava há alguns anos atrás e começar não é a media capital olá pessoal telecom e mais dois ordem pressa e mas mais uma dois para não não me parece que seja assim esse esse de que as diferenças não sintam grandes são naturalmente grandes no outlook mais daquilo que nós com aquilo que nós conference e naquilo que nós nos damos eu acho que principalmente a grande diferença é nós antes não dávamos no consumimos aquilo tudo que nos era parte da frente ponto hoje em dia nós vamos lá escolhemos o queremos ver damos aquilo que nos querem dar também de outra forma que antes era não tinha funcione por três canais e que tentou últimos dois nos é sempre rtp2 e tanto que consumíamos aquilo hoje em dia nós vamos lá e achamos estamos a ver o que queremos e também já sabemos que não é que não que não é bem assim mas a grande diferença estar aquilo que eu pago por isso eu hoje em dia pago com a minha formação pessoal mas mas isso também eu acho que tem tem a ver com o novo para in the social da forma como nós olhamos para as coisas e que é só falta por tudo o que toca hoje em dia já é aceitável que alguém seja uma pessoa no tik tok outra no link line e outra e outra em casa quando quando quando eu sair da faculdade como sair do profissional ainda não havia ainda não via facebook e portanto eu eu era eu quando estava no trabalho quando quando sair do trabalho para ter sempre uma pessoa e isto também colar aqui com uma questão que por ter uma série de clientes que trabalham a geração z que é a pressão das personalidades que era eu eu quando tinha 18 anos eu tinha a pressão sobre mim ele tem que ser eu que eu tinha que me encontrar quem é que eu enquanto adolescente e como adulta adolescência é isso né eco é encontrarmos a nós próprios hoje em dia um adolescente tem que se encontrar a ele próprio no tik tok é que ele no tik tok qual é que é a cidade quem é que ele no facebook se tiver facebook o que é que ele no instagram quem é que ele na escola quem é que ele em casa portanto o desafio destas novas gerações e muito melhor porque tem essa aí que eles sejam uma personalidade de uma pessoa no tik tok e outra fora dele e portanto tudo isto a faz com que este mundo esteja muito mais agitado e seja muito mais difícil definir estratégias método um prazo para marcas estar fazer grandes previsões económicas estar achar que o google vai ser o grande monstro tem que esperar daqui dois anos que muda todo o que às vezes nós conhecemos marcas e o tempo demora mais comparações que agora temos o peso do agora nesta análise importante google neste momento é um monstro monstro económico que é com muito poder e muita informação mas alguém dizia que a nokia que ia deixar de ser a nokia e tem os dizer ao que eu acho que o tempo ajuda a analisar e perceber e nós certeza estamos a cometer muitos erros no que toca ao digital no que toca a nossa relação de dados com o digital a nossa proteção à nossa privacidade estamos seguramente a cometer muitos erros mais à frente vamos vamos facilmente identificar e apontar mas também se calhar vamos perceber que isso não era assim tão assustador que da forma como olhamos agora para televisão enviamos ok quando aos conselheiros né quando as guerras eles não sabe o que ler e as pessoas seguir aquelas que aquilo se calhar naquele mesmo sair ainda táticas que a gente não terminar estudo procuração para refletir as pessoas olham e ficam convencidos e tem ah entendi já não vai vir mais guerra aquilo era imagino eu que fosse uma grande tática e foi no momento sente-se isso eu acho que nós momento sentimos agora o peso do facebook peso do google pesar mas sentimos mais à frente quando quando ia fazer essas marcas e eles vão continuar a existir e vamos inventar também também o seu negócio a qualquer momento eu quis dizer que hoje em dia não há marcas líderes todas as marcas são challengers porque se conseguem desafiar a si próprias ouvirá da curva já foram e portanto até uma google é uma challenge de si própria não tem concorrência não mas se não se reinventar vestidos também era o princípio cadinho da da apple se não se estivesse sempre ultrapassar a si própria e eu princípio dos portistas até uma coisa que eu também me diz muito que se não estivermos em reinventar vamos desaparecer e portanto eu acho que estes medos possam existir sobre sobre a informação a concentração de poder nas nas tecnológicas eu acho que não não é assim tão tem fundamento mas não é assim tão assustador porque eu também acredito muito das pessoas eu acho que as pessoas quando percebem que estamos ali a chegar a um sítio qualquer que não interessa como começam a cortar começamos a fazer os at lockers começamos a tirar as localizações começamos a deixar se calhar eu olha vou ter iphone e vou ter um pc para não ter tudo no círculo mec e portanto eu acho que a sociedade ea humanidade é inteligente ao ponto de encontrar caminhos agora quase não me venhas agora falar aqui da dirigir dirigir algumas pessoas alguns países que eu acho que a a sempre também esse tipo de situações dos restaurantes e do bolsonaro e a fera e aí e aí

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