Raquel Costa

descrição

Demos um salto quântico no que toca no que toca a tecnologias para otimizar o teletrabalho esse para mim foi esse frio para mim foi uma aspecto positivo destes três anos que são inevitavelmente marcados pelo menos um ano e meio deles é marcado pela pandemia.

F oi bom no sentido em que o limite o revolucionário forma que não vai voltar atrás a vida de muitas pessoas que trabalhavam em escritórios em o príncipes e que agora ou vão nunca mais voltar ao escritório e vamos voltar especialmente ao escritório e toda uma série de tecnologias que já existiam como os uma e essas E essas e esse software foram otimizados para criar um um meio para para trabalhar nos Renault a mente embora já se falasse e digitais Twitter entreviste um deles mas mas a pandemia veio provar que se calhar existem muitas mais profissões nas quais se pode se trabalhar remotamente e ou ser nome de digital do que aquelas que não pensaríamos inicialmente a portanto s para mim foi o maior o aspecto mais positivo o aspecto mais negativo é tudo o resto que é que nós tivemos em três anos tivemos o apogeu barra declínio da era trump logo a consolidação da ideia de fake News e tudo que gravitam em torno diz a desde fake News também a esse mesmo com a saída de frango houve um processo sem retorno da disponibilização da dos meios de informação de comunicação tradicionais aqui é também um processo sem returno a nasceu Tik Tok outro processo de retorno G1 e o que aconteceu foi para mim demais Negativo foi que não são as plataformas que estão as pessoas mais as plataformas são são catalisadores para podermos por a solta o nosso cérebro reptiliano e a pandemia veio nos provar Exatamente isso ou seja que o isolamento fez com que procurássemos alguns de nós procurassem a os carros na informação alternativa e informação alternativa não é uma informação a nem é uma forma Alternativa de conhecimento é o escape é uma é e é uma forma de entretenimento assim também é aqui que estão encarar as notícias como uma forma de entretenimento muito inicialmente por culpa dos media tradicionais que transformaram a informação espetáculo nós tivemos esse caso muito presente nas últimas eleições norte-americanas que deram a Vitória ao Bayern naqueles três dias quatro dias que a que antecederam o resultado final que deu finalmente a Vitória abelhas que foi um vazio de informação foi o foram quatro dias de Espetáculo Siena Fox News um carinho replicadas de tamanho pelos media Portugueses e permitem todo mundo em que a trança se transformou foi o pináculo de transformar o nada a informação tudo isto tudo isso num contexto de pandemia em que não havia muito mais sobre o que falar do que a pandemia e aquelas eleições que servirão também para uma distração por um tamanho uma distração Oi e a um catalisador Global a queria que são estes dois eixos essencialmente negativos e positivos Eu não acho eu não acho que o jornalismo televisivo anglo-saxónico a seja uma realidade com a qual nos tínhamos qualquer tipo de afinidade ou sequer compreendamos sempre a luz do que os nalista europeu mesmo mesmo falando em termos televisivos não me parece que haja não parece que haja qualquer tempo para lismo e mas também não sou capaz de dizer aquele não é jornalismo Aquilo é o jornalismo que aquela realidade aquele jornalismo televisivo daquela realidade a é aquele acontece porque aqueles dois canais são engajados politicamente E isso não é difuso né escondido e servem um público Fox News serve um público mais conservador manipula e dobra a realidade para satisfazer aquele tipo de público e esse ambiente também faz claro que nos é muito mais Aprazível ver a CNN porque uma realidade com os quais nos identificamos mais eu pelo menos sou essencialmente liberal de esquerda se calhar se falar com alguém que é por dentro chega e embora nós não temos aqui Focus News a chorar muito mais interessante muito mais interessante a faccioso só isso não posso dizer que eu não é jornalismo o jornalismo não tem a ver com crianças o jornalismo tem a ver com factos e os fatos podem mudar todos os dias e o que está para menos veio mostrar é que não estão as pessoas estão a contar com o realismo com para ter certezas em violaveis por quê é aquela máxima de que o estágio jornal que amanhã está engordar castanhas os fatos mudam todos os dias e quando tu tens ou acontecimento tão Avassalador com uma pandemia em que está se aprender no momento é normal que hoje hoje diga uma coisa e amanhã se diga outra o que eu acho que aconteceu foi que as pessoas queriam certezas em violaveis porque se sentiam completamente a despojados de chão e de água que se agarrar mas querem gravar alguma coisa agora se algumas Esotérico a fé a religião a líderes espirituais o que que serve o jornalismo não é isso o jornalismo da aquilo que se relata jornalismo o de todos os dias e é por pensão erros e exageros a Claro que os males não deve ser só isso mas apontar o dedo ao jornalismo pela pela pular de informação que houve durante este ano e meio é desonesto é de um destino comum ali e por muito que vestido não é um cientista não é um político não é um momento de idade pública nós podemos cruzar várias fundos mas ao fim do dia não vamos saber mais do que um cientista e as pessoas que acham que sabem mais do que cientistas vão cair naquela categoria dos maluquinhos da desconforto caracteriza alternativas tranquilo tudo bem Vivemos em democracia mas não há poder jornalismo de fazer feito de uso quando se está a trabalhar com algo que é uma realidade imutável todos os dias no caso da pandemia o caso da política é outra coisa completamente diferente podemos falar do André Ventura podemos falar do chega podemos falar o sucesso de Exposição midiática que se dá ao chega e André Ventura em particular porque é é vendável E qual é que é o meio termo qual é que é a forma correta de tratar a aventura não sei

e o fascínio com as personagens de com os movimentos seus personagens de extrema-direita novo é gostoso Um século 20 que nos demonstram isso e até mais para trás mas falamos do século 20 em que a massa nesse mídia uma altura antes de tudo o que de horror mais profundamente ao groso que aconteceu na humanidade aconteceu o holocausto que simboliza todo mal que há no mundo acho que sim Acho que eu acontecimento da história da humanidade que simboliza o mal que somos nós que está em nós não queria entrar aqui por ele para lá filosófico antes de ir sobre um faxina e o coletivo europeu tua figura depois ou o momento que não é é verificar o falado por pelos países que depois se tornaram Aliados e outros também o mesmo tem que aquela figura foi foi Atrativa e foi consensual ou pelo menos interessante na Europa e depois as coisas foram se descobrimos algumas foram descobrindo e obviamente que aconteceu uma guerra e tudo o resto que sabe mas hoje os líderes carismáticos os grandes líderes carismáticos desde e agora você me causou polémica deste Fidel Castro até ao 71 de passando por Hitler por Mussolini da esquerda à direita tu desligaste carismáticos e todos os ditadores são fascinantes a treinar novamente apaixonados até se tornarem orgulhosos porque aquilo que fazem as atrocidades mas o Aventura Não é nada disso André Ventura é um estado de um praticamente eleito como muitos como todos os outros que estão na Assembleia da República representa algo que não existe em Portugal com expressão ou que estava nas margens extrema-direita e que agora passou para o mainstream chamemos-lhe assim e se existe uma velocidade um apetite demasiado Fróes ou até um carinho irrefletido de tornar o André Ventura bandeira de alguma coisa e daí espaço mediático fazendo até reportagens que são clientes que vidas como falar sobre a mulher dele né que tá pros dentro aventura e essas coisas eu acho que é um bocado exagerado Mas por outro lado vamos sempre calhar a partir Vamos tentar lavar porque se nós não falamos o André Ventura o público vai acusar nos censura vai que usarmos de de tentar ao literário chega e tentar a branquear branquear não apagaram André Ventura do espaço midiático portanto ao meio termo que ainda não foi atingido de lidar com o cheiro e o Aventura de uma forma normalizada dando do espaço que ele que ele merece que deveria ser logicamente menos do que o pa o pai não tem o espaço midiático que eu chega tem numa sociedade contemporânea e como é que nós vivemos e na próxima abalada por uma pandemia a falta de referências faz com que as pessoas procurem algo que seja diferente compreensível a e que nos sirva de Aconchego a aquele que seja surgiu durante a pandemia mas Fast anos como o negacionismo a os adeptos da das realidades alternativas serve como um conforto porque a pessoa sente que pertence a algo que não é uma string Ou seja que está combater contra alguma coisa contra essas forças que dominam a sociedade contra os Illuminati contra os hospitais a Gates da vida contra contra algo que elas não dominam E se acham que exercem poder econômico e social sobre as massas logo sentiu-se reconfortado nesses nichos agora E mais uma vez o jornalismo não tenho de fazer de apaparicar estas franjas porque elas vão mudando de causas elas vão mudando de elas vão mudando de interesse algum modelo de rosto elas sempre existiram mas são mutáveis que tem todas em comum uma coisa a sempre depois lugares mais perto que todos os outros que rio numa série de princípios ideologias e lidera Hoje os marginalizados E aí que se formam as ditaduras aí que se formam os holocaustos as redes sociais e internet pelas redes sociais permite que essas pessoas tenham visível hpnt que tudo tem a visibilidade e permite também lançar para a obscuridade a e as pessoas que não têm acesso às redes sociais seja em países como a China onde é um ato de é um ato de rebeldia é um ato de protesto e um ato de rebelião consegui publicar alguma coisa que chega ao mundo ocidental a E aí sinto vezes a Internet no seu na sua essência mais pura e radical que é a voz vamos usar esta ferramenta para termos voz porque não estão a tentar calar a starkey um negocinho estudar também poderia dizer isto mas estamos a falar de um país que é uma ditadura onde a ao contrário de Portugal onde nós temos acesso a tudo em seu contar na China não se tem e vai separaram quando de concentração Se tentar falar publicamente idéias subversivas entre outros mil e outras coisas que poderás fazer em Poderosas pararam campo de Reeducação vou dizer concentração que depois se calhar em ordem do PCP que o combate campo de Reeducação agora os anos 90 nos anos 80 anos da internet essas pessoas também existiam por simplesmente estavam sozinhos Ou estavam com um núcleo muito reduzido de pessoas que tinham ideais comuns e nós não as conhecemos que elas não tinham visibilidade que não existe a internet é uma ferramenta que pagando para teres um serviço de de internet pode ter acesso a um determinado a visão do mundo e naquela altura neste temos que estas pessoas sempre existiu claramente claramente Assim como as pessoas que acreditam que o filho não vai acontecer com sete Cavaleiros do Apocalipse ou o que é que seja o que é que seja aqui uma questão de fundo que se aplica aplica se talvez mais a Portugal do que do que outras do que outros países porque nós temos uma nós temos um uma taxa muito baixa de consumo literário e de jornais e revistas e do jornalismo eu achei imensa graça e acho acho não consigo entender como é que nas caixas de comentários nas redes sociais As pessoas dizem coisas inimagináveis sobre jornalistas que nós somos pagos por x ou por y que seguimos o interesse de isopor Y que andamos a mando de x ou Y que o que escrevemos são fake News que não investigamos quando a maioria das pessoas nem uma notícia abre pelegos que não é capaz que escrevo em média e eu trabalho para o meio que é extremamente lá estavam Faça algo nenhum se escreve médio em uma notícia mais de 3.000 caracteres 3.000 caracteres tem um tempo leitura de sei lá Cilene rápido cinco seis minutos que percentagem pessoas é que tira simples bom dia para ler além do título que depois ainda tenho vamos nos acusarem de fazer títulos de clickbait sempre fizesse um título linear e aborrecido ainda – leituras e leitores tinham outro dia estava a publicar a minha crónica um serviço da minha crónica do do novo cenário a e eu vi alguém como onde é que eu posso ler eu tenho que comprar o mas não dá para ler online não tem mesmo comprar o jornal ai não pode por aqui ó não posso as coisas ser assim isto que eu não mas acha que nós vivemos de perdoar as pessoas que querem jornalismo de qualidade mas não querem pagar pois ano nos grupos do WhatsApp telegram me a roubar o nosso trabalho que é disso que se trata e acham-se na legitimidade de criticar o trabalho de jornalista que uma coisa que eu acho a imensa graça é mesma coisa que eu chegar ao supermercado a validar tudo leva um carrinho de compras cheio chega a caixa e digo não vou pagar a mais por que não está aqui porque eu não posso levar estás a perceber e podem se encontrar todos os modelos negócios do negócio possíveis e imaginárias para o nosso dos media que vai haver sempre alguém que vai crack The Code e dar o contido à borla e que consciência cívica que as pessoas têm para fazer isso mas a perceber e para vir reclamar jornalismo maior qualidade de melhor qualidade quando elas próprias não contribui com um cêntimo que seja preços nalista ainda se acham no direito de ver as coisas à borla antes que são também tem nada não eu não sou eu como não estava enorme o com uma leitor é um consumidor e são consumidor tem que pagar pagar Netflix que não estavam jornal vai ver pilotar Ah mas com certeza mas o problema é que os atores das séries de ficção a distantes mas nós estamos aqui nós vivemos Neste País mas também temos trabalhar pois ajudar só estão cheias Pessoas a ganhar 600 e 700 Euro hoje o modelo mais eficaz para o mercado português é o do Correio da Manhã em que tem o sistema de meu é que pode pagar por notícia serve os interesses do público O Correio da Manhã serve os interesses da cor fina porque é um remédio eu não sei qual é que é a taxa a taxa de identificar se é que eles têm com aquela para igual mas é um sistema que é fácil não é de cartões de crédito a não mete uma assinatura mensal Porto podes só creme ler uma notícia avulsa de uma área muito específica a e e um valor é exequível para qualquer bolsa foi super inteligente por parte do Correio da Manhã entre outras coisas extremamente inteligentes que existem no modelo de negócio deles extremamente Inteligente parte ôca da minha colocar a e a bolsa com pagamento através da MB Way espanhol genial corre depois tens tens o modelo de negócio do Expresso Que também está a correr muito bem e que aumentou durante a pandemia as assinaturas digitais espécie os preços foi o o jornal o primeiro o primeiro se calhar o único reagir na segunda semana de academia vamos entregar o jornal A casa o chinês tão simples Lisboa e Porto tão simples a o que contribui contribuir para um contributo um homem rotacional a e contribuir para uma fidelização que o leitor sente que no momento de crucial do do país que não vai ficar sem o seu jornal E daí fidelizar e daí os parece ser aumentado ter aumentado no último ano é que eu sou o resto é um mercado muito pequeno mercado muito bolado ele não instalamos não não criamos modelos de negócio viáveis as empresas de média algumas empresas de média tem graves problemas financeiros a eu não sei como é que será o futuro próximo e ative esta semana gravar um podcast que são de 22 caminhos estão são adultos jovens adultos do do porto estão ali entra geração Millenium LG nex e a forma como os consomem notícias já é muito diferente daquela da forma como a minha geração a nossa geração com somas geração dos meus pais consome eles estão cada vez mais virados para e tenho e não são e são pessoas cultas e são pessoas exigentes em termos de do conjunto procuram são cada vez mais virado para um Realismo de nicho que existe em Portugal para o fumaça Ah não existe nenhum projeto semente a fumaça a direita mas de vestidos a podcasts pac também podcast jornalistas em Portugal os nossos que não estejam ligados às empresas de média Ah está mas existem algo que se pode aproximar do jornalismo que é opinião mais opinião mais entrevista toma lembrado 45 graus que agora já está associado ao público mas antes não estava a já procuram mais não são as fontes alternativas no sentido das fake News mais fontes alternativas no sentido do comprimento porque aquilo que os médicos tradicionais ajudam em suficiente porque é insuficiente porque os meios tradicionais se tornaram substituíveis a partir do momento em que não criaram equipas coesas e com gente suficiente e ganhar o suficiente para ter fator essencial tempo e chega um ponto em que tu paredes Sem notícias por dia para um site do meu já não chega lá de novo porque o público é finito e não tem propósito que não estás a produzir conteúdo diferenciado e só se produz conteúdo diferenciado com o tempo e dinheiro coisa que as relações não tem se não tem não estão a produzir nada de nenhuma mais-valia o artista de tudo muito bonito desse te dizer mas quando fez uma empresa que tem apresentar resultados e produzir dinheiro é um bocado e quando fazer tem que fazer escolhas dos duas uma ou tu estás a produzir um jornal diário cheio de conteúdos que as pessoas já ouviram durante o dia ou estás a produzir um conteúdo prêmio com reportagem de investigação

videorreportagens a fotografias a conteúdo diferenciado que tenham a pela público mas tens de por ser uma coisa que daqui para frente tudo que vai ser um nicho o público generalista pelo menos para a imprensa digital em papel acabou acabou ainda ninguém se apercebe disso a televisão vai sobreviver durante mais tempo quanto mais não sei porque eu ainda vejo televisão aqueles 22 de jovens Eles já não vem muito pouca televisão a tradicional EA que vem sempre com uma perfeita e Verônica que não dá um grande credibilidade da televisão linear Portanto o futuro o futuro próximo é este é da especialização e do nicho a empresas de médio não quer fazer esse investimento que investimento com o risco E andamos nisto ver controle que pode ter sobre o teu trabalho quando a és trabalhas de forma precária e ganhasse não ganhasse o suficiente para viver na cidade onde trabalhas

e essa em Portugal e se impressiona não só essa em Portugal é a morte o Jornalismo e nenhuma pessoa pode dizer que sabe o que é que é porque nenhuma pessoa Talvez os médicos em alguns médicos os médicos e enfermeiros da área da saúde podem possam perceber mais ou menos aquilo que é tu seres o gate Keeper da verdade e não podemos trabalhar a verdade não poderá oferecer a a verdade com qualidade quando estás a agrilhoado pela tua incapacidade financeira de comprar livros que no computador e munições a minha Jorge quantos não achas que tu conhece hoje em dia se podem dar ao Luxo de viajar eu não posso temporal na casa não ganha o suficiente para viajar viajar para o jornalista e mais ou menos mais uma vez remete mim sempre ao meu patrono do jornalismo que é uma figura improvável que o entra e guardei-me que foi um chefe transformado em jornalista aquilo que ele fazia era expor se aquilo que todos nós tivemos para a realidade e a diferença para aprender com ela Ah e só uma minoria muito muito muito em cima dos Jornalistas em Portugal é que se pode dar esse luxo ou porque tem pais ricos ou porque ganha muito bem e que está pedir a diretores e editores executivos certo e tal e o resto tem apenas de sobreviver ganhando menos do que um caixa de supermercado uma das coisas que mais me assusta na as consequências da anemia o eventual fim das empresas não sabe o sentido de pertença ao algo como conhecemos fato que ele passe não crer Será que o empreendedor eu não quero esta glorificação então em Portugal e esse tem ainda um lado ainda mais perverso a glorificação do empreendedorismo trabalhar por conta própria levanta várias questões que tu para trabalhar por conta própria Das duas uma ou tens uma ideia fantástica ou Andas a construir o teu negócio a tua atividade em paralelo a fazer um Se Não gostas seja trabalhar numa caixa de supermercado seja o que for ou então tens fundo de maneio para começar e nós estamos em Portugal em que o mercado as condições a nossa própria estrutura social não permita A Ascensão a primeira e próprio não glorifica a ascensão por mérito próprio codifica os núcleos as amizades os favores e eu achei imensa graça e no outro dia estava a ler até foi a crônica o editorial do Otávio do Otávio Oliveira que o diretor de novo que tem posições mas a direita com as coisas discordo e que eu escrevi qualquer coisa temos de aceitar o facto que em toda a gente poderá viver um centro de Lisboa o eu like e é um sentimento do Play mim que é verdade eu faço parte dessas pessoas e eu não posso ver no centro de Lisboa – mas era muito fixe eu vivo em Lisboa há 20 anos muita fixe que estas cedo a políticas de habitação acessível deixassem de do faltassem do papel para a realidade é uma tupia continua a ser um outro pia e que estes programas a aos escuros como como era o porta 65 coisa mais obscura que existiu nos 20 anos é que eu vivo em Lisboa e nunca ninguém sabe muito bem quem é que ficou com aqueles apartamentos de que forma que foram atribuídos agora a também tipo o os apoio ao arrendamento mas tens reunir condições irônico vivo sozinho país mais de 35 anos não exigível mas tem sua família já és portanto como é que a lógica de uma pessoa com o rendimento é possível e duas pessoas com dois rendimentos gengivas só porque tem filhos qual é que é a lógica não queremos Malta nova a viver no centro da cidade e depois como é que se acede a este tudo ninguém sabe depois de quatro em quatro anos vem sempre por alguns autarcas e candidatos a autarcas muito bem intencionado já é preciso trazer Lisboa lisboetas e o caráter não sei que está que querem realmente as pessoas que vivem nunca sem o em belas como viver no centro de Lisboa que cheiram mal e são pobres e vem de longe não quer estrangeiros os nômades digitais porque tem dinheiro por podem pagar 32 uma refeição nos cafés e restaurantes que essas pessoas não querem as pessoas que trabalham na cidade a viver na cidade existem Lisboa em qualquer lado com a diferença que somos pobres como o caraças e que mesmo para viver nos subúrbios Edifício é difícil não faço só do arrendamento porque a infelizmente em Portugal ainda essa a ação da compra de casa já tivemos provas e provas nos últimos 30 anos no que é que isto Redonda o dom da segunda uma bolha e não sei que pois rebenta e queridos a Prime e mais troicki mais empréstimos internacionais estuda comprar casa barata que agora estava dados tudo com pra casa ficar um bem que eu vou levar para debaixo da terra levar minha casa debaixo da terra eu sou uma firme crente No arrendamento e defensor do arrendamento apesar de apesar de achar que as leis denuncia muito mais o rei Dário do que quem está a arrendar e não protegem nessas leis são mudadas nessas leis são utilizadas tanto todas estas condições toda toda esta esse bolo de de Patos faz com que seja extremamente difícil ser empreendedor e não é em Portugal moda tá no porto a O que é no porto o que está no porto não no meio dos mídia quer que esteja um podcast por exemplo queres construir tipo um um projeto de mídia quer entrevistar pessoas estão todas em Lisboa a é difícil aeroporto nem sempre lá na é muito mais difícil perceber escrever para Lisboa só se veste para começares com 10 milhões na conta meu para começares do nada do zero para alugar uma casa para outras fazer mais nada senão o que é que vais fazer ela liga fazer nova aqui é o vírus os nossos comportamentos pertence a que pertenço da mesma forma além da história ela não das várias crises a crise tem um gosto diferente que é um vírus mas seja em guerras seja em que é que nós temos mais semelhante ao coronavírus Não temos nada não não há registos históricos que é que foi a peste negra porque o registo era feito por um pelos cronistas do dos Monarcas portanto essa é super enviesado Ah mas acredito que a vida das pessoas durante a peste negra tirando foto morrer é muito mais e não tem uma vacina na vacina em ano e-mail para salvar a vida das pessoas não quero muito mais lá está a todas aparecer não é giro a acredito que a vida das pessoas que tivesse passado por esse tipo de convulsão claro que as pessoas não tinham capacidade capacidade intelectual para refletir sobre aquele tá vão viver que estavam ocupadas a tentar não apodrecer não morrer com peste mas acredito que a vida das pessoas têm passado por essas convulsões a fome a falta de recursos financeiros a fugir dos Ratos essas coisas todas no fundo as coisas não mudaram muito mudou a nossa capacidade de refletir sobre o que estamos a viver porque temos felizmente essa essa e volumes felizmente nesse sentido não ter a andar a correr para fugir de ratos ou para comer Nem todos nem todos a mudou a nossa forma de ver as coisas agora a forma como a humanidade Heroes a crise EA grandes convulsões sempre igual acho que se aproveitam os que fazem dinheiro aos que sofrem aos que morrem e aos que sobrevivem e passam a etapa seguinte eu consigo embora seja um líder altamente problemática consigo identificar-me com uma costura uma forma de estar e de liderar do António Costa a porque dá-me uma certa esperança de ser um Portugal um carinho mais moderno do que aquilo que é eu espero não me enganar com minha nem a votar em José Sócrates mas acho que não me engano porque já temos bastante já temos mais alguns anos António Costa do que tivermos de Sócrates e ainda não agora eu gosto é problemática em questões do dia-a-dia não é problemático e esse nível de José Sócrates mas eu identificam com o líder como Antônio próximas António Costa não faz um governo não é um governo e muito menos é uma união europeia As instituições estão a estão as roletas e recebem que não se renovem a tempo de evitar o crescimento de movimentos o tradicional e estás a movimentos locais de poder local a entretenimento dos poderes outra internacionais recebem que sim e sei bem que isto a o e cair no espaço de 50 anos eu acho Fantástico e acho muito bem que as pessoas digam isso que significa que chegamos a um ponto tão consolidado da nossa democracia em que as pessoas se podem dar ao Luxo de serem estúpidas e é perfeito é é o ponto mais maduro da democracia em quando tu chegas esta a informação teu dispor e da sua luz de ser estúpido Fantástico é o o patamar seguinte é o caos é a convulsão tivemos nos vemos um ciclo de crescimento econômico anos 80 e 90 a crise financeira a readaptação à academia e com guerras por meio de guerras locais guerras internacionais já não existem desde desde a guerra fria não foi bem legal mas foi não acredito que vá haver uma Terceira Guerra Mundial não acredita mesmo nisso acho que estamos a entrar no momento de causa e definição de valores éticos não falo os demais valores éticos mas acho que depois disso e vai ser melhores no sentido em que quem está a passar por esta convulsão vai ter as ferramentas mais afiadas para saber construir seja a nível de jornalismo seja a nível de entretenimento seja um nível de a formas de trabalhar uma resistência mais apurada a outros cataclismos que se possam seguir portanto eu tenho esperança no futuro no futuro próximo e tem esperança que vai ser melhores a

Ah tá não sei quando é que isso vai acontecer no Espero que prazo de 20 anos Talvez sim espero estar cá para ver e acho que vai ser melhor não acredito que não acredito minimamente naquela teoria saudosista quentes aqui era bom e agora e agora é tudo mal não mesmo acho que agora é muito melhor do que era há 20 anos no sentido em que o gato que tinha a menor e a precisa gastar muito menos dinheiro para ter acesso à informação e isso é sobre isso é ouro antes para viajar as precisavas de ser rico agora eu preciso poupar algum dinheiro antes para comprar os livros tinhas ter a quem está muito mais dinheiro do que precisa de ter agora para ler jornais internacionais tinha seus comprar tinhas de saber me uma linguagem de existe o Google Tradutor mal ou bem consegue ter acesso à informação a portanto os que temos melhores do que do que estávamos a 20 anos temos é demasiado informação das mãos e não sabemos o que fazer com ela né temos as ferramentas para já para saber geri-la o seu tempo sem vamos conseguir a se tornar nos Em uma sociedade nem o Google não estou a falar em Portugal só uma sociedade mais melhor informada eu não digo mais tolerante percebe o carro não Te pedimos mais bem informado assim a Europa já podia ter resolvido a questão das da criação do Imposto temos assim o imposto ao Google Facebook e outras formas digitais aos agregadores digitais no fundo é que são redes sociais são os jogadores digitais a já poderemos ouvir isso há muito tempo não resolveu até agora não houve vontade política devo fazer a

Ah tá não vai resolver nunca mais acho que é preferível deixar morrer lentamente o jornalismo a terem de comprar guerras com os grandes senhores das dos agregadores digitais não pagam dividendos a que nos fornece o conteúdo que o jornalismo são as empresas de médias nulismo entretenimento quero que seja não pagam dividendos logo a nós estamos a produzir conteúdo para Google se eles não te pagam É a lógica não tem muita lógica o brasileiros ainda tentaram tirar os o Brasil ainda tirou os conteúdos da Google News mas também que vai lá Google News levar os motores dos que estão otimizadas que tu no teu telemóvel tem sal separador se fosse Android tem já o separador com as tuas notícias personalizadas com o teu algoritmo e é o que não voltará diabolizar a tecnologia adoro tecnologia ótimo facilitamos a vida adoro carregar num botão e falar com o telemóvel e ele dar uma indicações para eu quero ir agora tudo isso depende da vontade dele porque não é falta de vontade de das empresas de que os donos das empresas de média é tudo uma questão de legislação e a nível supranacional a nível comunitário a união europeia tem vindo a falhar redondamente o projeto europeu e tem ainda falhar redondamente há já muitos anos a união europeia assim como por exemplo as nações unidas são entidades que e se desligaram das pessoas que representam E no caso da União Europeia nós nunca tive nós percebemos nunca tivemos uma ligação essa coisa de ser europeu não temos Tem de se calhar a Alemanha tem a França tem a Bélgica e os países estão perto geograficamente do centro de decisão e que também criaram a ideia daquilo que que é ser europeu nosso português são os outros periféricos e acho que não nos identificamos com ninguém talvez que os gregos mas nós conhecemos muito ouvimos espanhóis que é um problema podemos ser mais fixe que coisa que eu nunca percebi esta ordem portugueses ou espanhóis porque eles são espetaculares tão mais fixe que nós somos um os pingaiada meu tem estado acreditam em alguma coisa nos parece que não acredita mais em nada mas por outro lado para que acreditar em alguma coisa se temos quase mil anos de história está mais ou menos garantindo que é o que é não é nunca nos identificamos com esse projeto europeu por fomos sempre até a expansão até a expansão de 12 pares de 6 pois neste pensão quantos 27 até as 27 foram entanto países que estão tão longínquos do centro nossos até determinada altura éramos os mais ricos do centro tentaremos sempre parente pobre da União Europeia ou desta comunidade Econômica depois foram entrando de países ainda mais distantes com que faz nós não temos absoluta nenhuma relação a não ser com alguns uma moeda e o espaço de circulação livre e essas coisas todas agora e quem é que é culpa dessa falta de criação de identidade com os decisores de quem nos representa que é que são os nossos deputados europeus

eu não sei eu não sei se no ela ainda lá está indo lá está no Meo Marisa Matias e lá está prontos não sei certeza que fazem um ótimo trabalho mas houve aqui acho que foi dado de barato passado o orgasmo coletivo que foi a nossa entrada na União Europeia e depois o Euro também a um baque um desligamento por toda a gente acreditou que íamos ser europeus o ser da União Europeia só por ser da União Europeia que se passava pelo menos unir não foi feito nenhum esforço de atualização e a verdade é que as pessoas que nos representam lá fora também aqui lá fora e com pessoas com quais não conseguimos criar uma ligação on

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